A preocupação surgiu após levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), os dados apontavam que, no Amazonas, os casos da doença estão em nível de médio risco, com 3,4%. Apesar de alta, a taxa ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Em 2011, quando houve uma epidemia de dengue, o índice chegou ao nível de alto risco de ocorrência, com 4,4%.
A existência de criadouros do mosquito em 3,4% das residências manauaras tem um vilão: o acúmulo de lixo doméstico, que aparece como principal fator de proliferação do Aedes aegypti. Os depósitos de água em camburões, tanques e cisternas também aparecem com destaque entre criadouros do mosquito.
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