O trabalho consiste na produção de aproximadamente um milhão de mudas a partir de sementes de espécies nativas da Mata Atlântica, um dos biomas mais importantes e ameaçados no País. As mudas se desenvolvem em um viveiro instalado na Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó e, quando alcançam o tamanho ideal, são plantadas no ecossistema por meio da restauração de áreas impactadas. O programa também envolve a conscientização ambiental de trabalhadores e comunidades que residem na região onde a usina está instalada.
Para Paulo Eduardo de Almeida Godoy, Presidente da CPFL Geração, acionista majoritária da Foz do Chapecó Energia S.A., a apresentação em Praga mostra ao mundo o empenho do Brasil em buscar o desenvolvimento sustentável. “Foz do Chapecó demonstrará que o setor elétrico brasileiro tem grande respeito pelas questões ambientais e desenvolve projetos com alta tecnologia no sentido de minimizar os impactos gerados pelos empreendimentos e combater males da atualidade, como o aquecimento global”, enfatiza.
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