No último dia de vista à Manaus, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, conhece pesquisas, projetos e algumas espécies de plantas da Amazônia
amazônicas e o projeto da Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) foram apresentados nesta terça-feira (25) para o ministro de Ciência e Tecnologia,
Aloizio Mercadante, em visita a Reserva Experimental
Adolpho Ducke do Instituto Nacional de Pesquisas
da Amazônia (Inpa/MCT). Outros destaques foram
as pesquisas que o Inpa desenvolve na área alimentícia.
A pesquisadora do Instituto, Lúcia Yuyama, explicou sobre a potencialidade dos frutos amazônicos como cubiu e o camu-camu e exemplificou alguns produtos gerados a partir das pesquisas feita no Instituto como a farinha de pupunha de grande potencial nutricional.
Mercadante propôs a criação de uma plataforma para registro de todos os dados botânicos produzidos no Brasil, inicialmente chamado de Wikflora, na qual o ministro ofereceu apoio total com relação à estrutura de TI para a elaboração do projeto.
"O Brasil é um país que tem 23% da biodiversidade do planeta, então, precisamos valorizar isso que temos e aproveitar todo esse conhecimento científico. Tentar focar parceria naquilo que é fundamental para a ciência e, sobretudo colocar a ciência à serviço da sociedade com a finalidade de gerar emprego, renda e oportunidade", destacou Mercadante.
O gerente- executivo do LBA e pesquisador do Inpa, Antonio Manzi, apresentou o projeto LBA que tem a finalidade conhecer sobre o funcionamento dos ecossistemas da região. Um protótipo da torre de 16m foi apresentado ao ministro. Manzi apresentou ao ministro um importante projeto que está em fase de implantação, a torre ATTO.
A torre terá 320 metros, a primeira desse tipo na América do Sul, instalada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, no município de São Sebastião do Uatumã, interior do Amazonas. É um projeto bilateral entre Brasil, representado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA); e Alemanha, através do Instituto Max Planck de Química.

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