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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Poço de Carbono Peugeot – ONF na Amazônia


 Novo Presidente do Conselho Científico e nova fase da vida do Projeto. Um  ano  após  a  assinatura,  em  Brasília, do contrato de criação da RRPN (Reserva  Particular  do Patrimônio Natural) entre a Peugeot, a ONF (Office National  des Forêts) e o Estado de Mato Grosso, concluindo a primeira fase de  vida  do  projeto  de  reflorestamento para sequestro de carbono, o 10° Conselho  Científico  do Poço de Carbono se reuniu entre os dias 10 e 12 de novembro na Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá, e inaugurou uma nova etapa.

Um novo presidente do Comitê Científico
O  Comitê  Científico  do  Poço  de Carbono da Peugeot-ONF, composto por 10 cientistas  de  diferentes disciplinas – incluindo brasileiros, franceses e americanos,  elegeu  entre  seus  membros  um novo presidente, que assume o lugar  do  professor  Hervé  Théry, diretor de pesquisa do CNRS e professor visitante  da  Universidade de São Paulo, que ocupava o cargo desde 2001. A Peugeot  e  a  ONF  agradecem  ao  professor  Hervé Théry por sua dedicação constante ao projeto.

O  novo  presidente  do  Comité  Científico  é Marcel Bursztyn, brasileiro, professor  da  Universidade  de  Brasília  e  fundador  do CDS, o Centro de Desenvolvimento Sustentável desta grande instituição.

Marc  Bocqué e Martin Perrier, representantes da Peugeot e da ONF no comité de  direção  do  projeto,  declararam:  "Saudamos  a  eleição  do Professor Burstyn,  que  coincide  com  uma nova fase do projeto. O Plano Estratégico 2011-2020 acrescenta aos objetivos iniciais (captura de carbono atmosférico em  uma  plantação  de espécies amazônicas) uma dimensão de desenvolvimento sustentável do projeto, para viabilizá-lo até 2038".

Uma nova fase da vida do projeto
Em  seus primeiros dez anos de vida, o projeto logicamente se concentrou em seu  objetivo  prioritário,  com  um  sucesso  incontestável,  sendo o mais notável  o  plantio  de  mais de dois milhões de árvores que fazem parte do conjunto  das  sessenta  espécies  locais  nativas  da Amazônia. Um recorde mundial.

O projeto adquire uma nova dimensão, que consiste em experimentar um modelo econômico sustentável, de alto nível ambiental e social, para a preservação das  florestas  amazônicas,  acrescentando  à captura de carbono metas mais ambiciosas  para a preservação da biodiversidade, a integração regional e a replicabilidade.
Sempre  à  frente  de  seu  tempo,  o projeto se inscreve nas oportunidades oferecidas  pela  Convenção do Clima para a Redução das Emissões ligadas ao Desmatamento  e  à  Degradação  (REDD) e também reflete os recentes acordos celebrados em Nagoya, no âmbito da Convenção da ONU sobre a Biodiversidade.

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