Redirecionamento
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Inscrições para o Cultura e Pensamento em Belém
Estão abertas as inscrições para o Programa Cultura e Pensamento, que acontecerá em Belém, de 25 a 27 de outubro, no auditório Davi Mufarrej, na Unama. O Ciclo de Debates "Amazônias: Paisagens, Narrativas e Sentidos" reunirá produtores, pesquisadores, professores, escritores e artistas que se dedicam ao entendimento dos vários discursos que versão sobre a Amazônia, vindos de várias instituições de ensino superior do país e do Peru.
No Pará, as instituições anfitriãs são a Universidade da Amazônia, Unama, Universidade do Estado, Uepa e Universidade Federal, UFPA, com Coordenação e Curadoria de Josebel Fares (Unama), José Guilherme Fernandes (UFPA) e Paulo Nunes (Unama).
As inscrições, programação e mais informações já estão disponíveis no blog do projeto: www.amazonias.blog.br. O número de vagas corresponde a capacidade para 320 lugares do auditório.
Além dos debates, na abertura haverá uma apresentação do Coro Cênico da Unama e a inauguração de duas exposições, uma delas sobre Dalcídio Jurandir. A realização deste evento é da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão - FAEX; Secretarias de Políticas Culturais e Ministério da Cultura - Governo Federal. Apoio da Rede Nacional de Pesquisa - RPN; e Petrobrás - Lei Rouanet. Apoio Institucional da Unama, Uepa e UFPA.
sábado, 2 de outubro de 2010
MMA prepara municípios da Amazônia para combate ao desmatamento
O desafio, segundo Cabral, é mudar o modelo produtivo. Em vez de ações pontuais ou emergenciais, o que se espera é que os municípios adotem práticas permanentes de sustentabilidade. Ele lembrou que já existem tecnologias sendo aplicadas em alguns pontos da Amazônia, como os sistemas agroflorestais e agropastoris e o extrativismo com sustentabilidade.
Vale inicia operação do rebocador Urucum
A Vale realiza nesta quarta-feira, 22 de setembro, às 10h, na Base
Naval de Belém (PA), a cerimônia de batismo do rebocador Urucum, uma das
51 embarcações encomendadas pela mineradora a estaleiros nacionais que
totalizam investimentos de R$ 403,9 milhões.
A embarcação Urucum, que teve investimento de mais de R$ 9,5 milhões,
faz parte da frota que apoia as operações do Porto de Vila do Conde, em
Barcarena (PA), e está entre as mais modernas e eficientes do Brasil. O rebocador, construído no Estaleiro Santa Cruz, em Aracaju (SE), vai
aumentar a produtividade do porto, além de proporcionar mais segurança
às manobras de atracação e desatracação dos navios.
As 51 embarcações encomendadas pela Vale abrangem 15 rebocadores
(sendo que quatro deles, incluindo o Urucum, já estão operando); dois
comboios fluviais (formados por 32 barcaças e dois empurradores) e dois
catamarãs para transporte de passageiros.
Os dois comboios fluviais estão sendo construídos no estaleiro
Rio-Maguari, em Belém (PA), e os dois catamarãs estão em construção no
estaleiro Arpoador, em Angra dos Reis.
As encomendas da Vale a estaleiros brasileiros contribuem para o
aquecimento da indústria naval brasileira, com a geração de 2.465
empregos diretos e indiretos.
Serviço -
Inauguração das operações do rebocador Urucum
Data: quarta-feira, 22, às 10 horas, na Base Naval de Belém
Endereço: Rodovia Arthur Bernardes, 3855
Belém, 21 de setembro de 2010
Abertas as inscrições do Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça
Brasília – Já estão abertas as inscrições para o Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça para Artes Plásticas, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Serviço Social da Indústria (SESI). O prazo vai até 10 de dezembro próximo. Esta é quarta edição do prêmio, que tem como objetivo apoiar novos talentos e fortalecer a cultura nacional, contemplando cinco artistas com ajuda e orientação de um crítico ou curador e com uma bolsa de trabalho no valor de R$ 30 mil para cada um. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelos Correios. A regulamentação com mais informações sobre o prêmio está disponível no site www.cni.org.br, no link prêmios da indústria ou na página http://www.sesi.org.br/premioartes/. Podem participar pessoas físicas residentes no Brasil, sejam brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros com visto de permanência definitiva há mais de cinco anos. Os candidatos devem ter realizado entre duas e dez exposições em galerias comerciais, ter até 20 anos ininterruptos de atividade artística e haver nascido depois de 1962. Grupos artísticos também podem participar. Apontado pela crítica como um dos projetos mais inovadores do país, o prêmio é voltado para trabalhos de arte contemporânea, tendo em vista ser a renovação outro dos seus objetivos. A homenagem ao advogado, colecionador e galerista pernambucano Marcantonio Vilaça é um reconhecimento à sua dedicação e paixão pela arte contemporânea. O Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça prevê duas etapas. No primeiro ano de trabalho, os críticos e curadores orientam os vencedores na produção de suas peças. No segundo ano, são realizadas exposições itinerantes por seis capitais. A premiação deste ano deverá ocorrer em março de 2011, em Goiânia. Em seguida, é iniciada a fase de acompanhamento técnico dos artistas. A etapa das exposições começa em 2012. O lançamento desta quarta edição ocorreu em Salvador, juntamente com a mostra itinerante dos vencedores da edição anterior. Os artistas selecionados na terceira edição foram Armando Queiroz, Eduardo Berliner, Henrique Oliveira, Rosana Ricalde e Yuri Firmeza. Lançado em abril de 2004, o Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça ocorre a cada dois anos, justamente pela peculiaridade de um ano para a confecção das obras e de outro para a exposição itinerante. Na primeira edição, realizada entre 2004 e 2005, foram inscritos 927 trabalhos. Os vencedores foram Lucia Koch, Marilá Dardot, Paula Trope, Renata Lucas e Thiago Rocha Pitta. A segunda edição (2006-2008) registrou 744 inscritos. Os trabalhos vencedores foram de Carlos Mélo, Gisela Mota e Leandro Lima, Laura Lima, Lúcia Laguna e Sara Ramo. |
Economia de baixo carbono é tema do 2º Simpósio de Responsabilidade Social do Franchising
O evento, promovido pela Afras, é o ponto de partida para o programa 'Franchising de Baixo Carbono', que será lançado em 2011
O desenvolvimento de negócios sustentáveis em uma economia de baixo carbono será o tema do 2º Simpósio de Responsabilidade Social que será realizado no dia 7 de outubro, das 9h às 17h, em São Paulo. O Simpósio é uma promoção da Associação Franquia Sustentável (Afras), braço de responsabilidade socioambiental da Associação Brasileira de Franchising (ABF).
Em 2011, a Afras irá oferecer às redes de franquias mecanismos para a redução da emissão dos gases do efeito estufa (GEEs) dentro da cadeia produtiva do negócio. Para discutir o assunto nas suas mais variadas vertentes, a entidade traz experiências de sucesso no varejo aliados ao terceiro setor como, por exemplo, a loja verde do Carrefour, reaproveitamento de óleo do Mcdonald's, gestão de resíduos na Bienal do Livro deste ano e conceitos de design sustentável (Veja a programação abaixo).
"Após este simpósio, lançaremos o projeto piloto denominado Franchising de Baixo Carbono, que reunirá um grupo de 15 marcas franqueadoras dispostas a entrar no mercado voluntário de crédito de carbono. O programa prevê que cada rede escolha cinco unidades franqueadas para, juntas, inventariarem as emissões geradas com o consumo de energia, água e efluentes líquidos", adianta Claudio Tieghi, presidente da Afras. Seis franquias já aderiram ao projeto: Casa do Construtor, Megamate, Restaura Jeans, Spoleto, Rei do Mate e Yázigi Internexus.
O Simpósio é destinado a franqueadores, franqueados, executivos do setor e interessados no tema, mesmo aqueles que não fazem parte do sistema de franquias.
Serviço:
2º Simpósio de Responsabilidade Social da ABF e Afras
Desenvolvimento de negócios sustentáveis em uma economia de baixo carbono
Data: 7 de outubro, das 9h às 17h
Local Sede da ABF – Av. das Nações Unidas, 10.989, cj 112, 11º andar – Vila Olímpia – SP
Inscrições:
- R$ 90 para associados da Afras
- R$ 180 para associados da ABF
- R$ 300 para não associados.
Podem ser feitas pelo email: m.izabel@abf.com.br ou pelo telefone 11-3020-8824
Confira a programação:
08h30-09h00 – Welcome Coffee
09h00-09h15 – Abertura: Fernando Perri – Vice-Presidente da ABF e Claudio Tieghi – Presidente da AFRAS
09h15-10h15 – Giovanni Barontini – Fábrica Éthica Brasil: Franchising de Baixo Carbono: Cadeia de Valor e Competitividade nos Negócios
10h15-11h00 – Celso Cruz – McDonald´s: Sustentabilidade como um dos Pilares do Sistema
11h00-11h15 Coffee Break
11h15-12h00 – George Homer – Retail Desing Institute: Desing Sustentável no Novo Varejo
12h00-12h45 – Paulo Pianez – Carrefour: Práticas Sustentáveis para uma Loja Verde
12h45-13h45 – Brunch – Sede da ABF
13h45-14h45 – Thais Colpaert – Grupo Boticário: Gestão de Sustentabilidade na Rede de Franquias
14h45-15h30 – Caio de Queiroz – Reclicagem: Gestão de Eventos Sustentáveis – Case Bienal do Livro 2010
15h30-15h45 – Coffee Break
15h45-16h45 – Eduard Van Roost – RES Brasil: Sacolas e Embalagens Plásticas: Transporte, Proteção ou Desperdício? Onde está o Baixo Carbono?
16h45-17h00 – Considerações Finais – Perguntas e Respostas
FCA abre inscrições para Programa Trainee
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Ministério da Cultura adia a assinatura de liberação de recursos para Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira
Ainda este ano, a instituição receberá mais R$ 1,8 milhão e, para 2011, está prevista a liberação de outros R$ 4,3 milhões, num total de aproximadamente R$ 10 milhões.
Cerca de 4 bilhões de sacolas plásticas deixam de ser consumidas no Brasil
Segundo as entidades organizadoras, o Programa de consumo responsável, iniciado em 2007 e implementado em sete capitais com apoio do varejo, pretende fechar 2010 com redução acumulada de 3,9 bilhões de sacolas plásticas.
Os organizadores do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas estimam que, até o final de 2010, a redução no consumo destas embalagens no Brasil chegue a 3,9 bilhões de unidades. Iniciado em 2007, numa parceria entre a indústria e o varejo, o Programa, visa conscientizar o consumidor para que pratique o consumo responsável, além do descarte adequado das sacolas plásticas. De lá para cá, foi implantado em sete capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro e Recife). Até o final de 2010, Florianópolis e Belo Horizonte também serão incluídas.
O Programa foi desenhado para envolver indústria, varejo e população na questão da responsabilidade. Parte do princípio que é direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar suas compras. Pesquisa Ibope mostra que 71% das donas de casa brasileiras consideram as sacolinhas como o meio ideal para transportarem as compras. Além disso, 100% delas reutilizam essas embalagens no lixo doméstico.
Para que este consumidor pudesse continuar usufruir dos benefícios que as sacolas plásticas trazem (economia, higiene, praticidade, etc) e, ainda assim, reduzir o consumo dessas embalagens, é necessário que sejam produzidas dentro da norma ABNT 14937. Essas sacolas, identificadas com o Selo de Qualidade INP-ABIEF, aguentam o peso das compras, conforme sua identificação (no geral, 6 quilos). Assim o consumidor evita o uso em duplicidade e pode reutilizar esta sacolas mais vezes, diminuindo o consumo excessivo. Para cada três sacolas certificadas, deixa-se de consumir uma sacolinha. Segundo Paulo Dacolina, diretor Superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), a expectativa para 2010 é que sejam produzidas três bilhões de sacolas dentro de norma técnica. "Para tanto, nove empresas no Brasil já estão certificadas para fabricar sacolas com o Selo de Qualidade INP-ABIEF", firma o executivo.
O Programa também estabeleceu importante parceria com o varejo, a partir do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), das associações estaduais dos supermercados e das Federações das Indústrias dos estados por onde passou. Com isso, o Programa hoje conta com a participação de quatro das seis maiores redes de supermercado do ranking da Abras (Pão de Açúcar, Zaffari, Prezunic e GBarbosa), além de dezenas de outras redes pelo Brasil. Além disso, mais de 5 mil pessoas, entre supervisores e operadores de caixa dos supermercados participantes foram treinados para orientar os consumidores sobre o uso responsável das sacolinhas.
O resultado dessa iniciativa foi notório desde o início. Em 2007, o consumo de sacolas era de 17,9 bilhões em 2007. Em 2008, passou para 16,4 bilhões e, em 2009, para 15 bilhões. A projeção é reduzir em mais 1 milhão em 2010. O Pão de Açúcar, por exemplo, que implantou o Programa em todas as suas lojas no Brasil, obteve redução superior a 30% no consumo de sacolas plásticas.
Escola de Consumo Responsável - Os idealizadores do Programa - Instituto Nacional do Plástico (INP), Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF) – pretendem levar os conceitos de melhoria de qualidade das sacolinhas, consumo responsável, reutilização e descarte adequado ao maior número possível de municípios brasileiros e treinar em larga escala os profissionais do varejo para que essas premissas se mantenham constantes. Para aumentar ainda mais o alcance deste trabalho, foi criada a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que irá levar os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País. O lançamento deste projeto acontecerá ainda em 2010, no Rio de Janeiro, onde mais de dez redes de supermercados já se inscreveram nas atividades educativas.
Reciclagem Energética - Quando se fala em preservação ambiental e consumo responsável, não se trata de uma ação isolada. Além da redução no desperdício das sacolas plásticas, o Programa visa também a conscientização para a importância da reutilização dessas embalagens, assim como seu descarte adequado.
Hoje o Brasil discute a Lei 12.305/2010 - Política Nacional de Resíduos Sólidos, projeto que coloca o País num patamar diferenciado no que diz respeito ao seu lixo. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil gera 57,0 milhões de toneladas de lixo urbano. Desse total, 50,2 milhões de toneladas são coletadas, ou seja, cerca de 6,8 milhões de toneladas de lixo urbano têm destino incerto. Do lixo urbano coletado, cerca de 28,5% vão para aterros sanitários e 21,7% para os lixões.
Nesse sentido, a Plastivida tem incentivado a reciclagem mecânica das sacolas, sendo o plástico 100% reciclável, para que se transforme em um outro produto. O Brasil hoje tem uma taxa de reciclagem mecânica dos plásticos de 22%, que cresce cerca de 13% ao ano. Ainda assim, há ociosidade na indústria de reciclagem (30%) por falta de uma coleta seletiva mais eficiente no país.
A entidade também incentiva a reciclagem energética, contemplada na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Trata-se de um processo 100% limpo que transforma em energia térmica ou elétrica os resíduos que não têm valor para a reciclagem mecânica, servindo com um complemento ao trabalho de catadores e cooperativas. Os plásticos contidos no lixo, como as sacolinhas usadas para embalar os resíduos domésticos, são fundamentais nesse processo, pois servem de combustível no processo, por seu valor energético – um quilo de plástico equivale a um litro de diesel.
Mais de 30 países, como Alemanha e Japão, já resolveram o problema do lixo urbano com a Reciclagem Energética e o Brasil caminha para adotar esta solução, na qual os plásticos, como as sacolinhas, têm desempenho fundamental – o de combustível para o processo. A Plastivida tem realizado fóruns pelo Brasil para esclarecer os mitos e verdades sobre essa tecnologia.
O vaidoso sucesso concorre com o oportunista dinheiro
Sempre que pensamos em uma vida com fartura, associamos a situação ao sucesso e ao dinheiro, correto?
Podemos considerá-los irmãos e amigos manhosos e ciumentos.
O sucesso gosta de ser alimentado pelo dinheiro, este, por sua vez, espera ser alimentado pelo sucesso. Uma irmandade que pede e cobra reciprocidade.
Uma sombra ronda suas origens. Ninguém sabe qual dos dois nasceu primeiro.
O sucesso é tímido, vaidoso, muitas vezes arrogante. Cauteloso para se mostrar, embora se regozije com os aplausos.
Seu humor oscila muito. Sem aconchego se afasta, mas ao menor sinal de carinho está de volta. Sente-se solitário quando não é reconhecido e se encontra distante do dinheiro. Apesar das broncas, o rabugento irmão lhe dá segurança e incentivo, embora muitas vezes não possa protegê-lo.
Gosta de se vestir bem, por isso leva uma vida cara e dispendiosa. As luzes e as cores o atraem.
O dinheiro tem outro comportamento. Oportunista, sempre quer se dar bem, por isso procura situações favoráveis. Extremamente covarde, foge ao menor sinal de perigo. Genioso, dificilmente volta quando maltratado.
Não se importa com o visual, por isso é sempre criticado e orientado pelo sucesso.
Aparece em público apenas quando necessário e não gosta de exposição.
Sente-se responsável pelo sucesso, por essa razão, mesmo contra sua vontade, investe em sua carreira.
Seu gosto pela segurança o leva a criticar duramente o irmão. Este, por sua vez, também dá sua parcela de contribuição, mas não se contenta com pequenas mesadas, pedindo com freqüência de volta tudo que ofereceu e às vezes um pouco mais.
O dinheiro é competitivo, não gosta de perder. O sucesso é fútil, se aborrece com as perdas, mas se arrisca quando tem oportunidade, ainda que com insensatez.
Que paradoxo! Corpos resistentes para frágeis saúdes. Oscilam entre vitalidade e debilidade.
O dinheiro reconhece e se preocupa com a capacidade de trabalho do sucesso, por essa razão está sempre em vigília, incentivando, apoiando sua reciclagem, procurando não deixar lhe faltar nada. O sucesso é criativo e genial quando se empenha. Chato e aborrecido quando se deixa levar pela vaidade.
O sucesso teme perder o apoio do dinheiro, por essa razão quando desperta dos sonhos e se vê ameaçado resolve trabalhar.
Bons momentos os aproximam e estes se permitem situações prazerosas, riem, conversam, contam histórias. Maus momentos os afastam, ficando o sucesso acabrunhado e o dinheiro terrivelmente irritado.
Sabem que a parceria pode mudar o rumo da situação, mas nem sempre o dinheiro mostra sua disposição.
Esse é o momento em que o sucesso para recuperar sua amizade se coloca em ação e surpreende a todos.
Com grade alarido ou esgueirando-se nas sombras faz sua aparição: "Ele está de volta, com grande pompa, luzes e sons". Maravilhando, arrancando aplausos e atraindo a amizade do irmão pela cobiça.
Os olhos do sucesso brilham pelo reconhecimento, do dinheiro pelas vantagens.
O tempestuoso relacionamento é mantido pela mútua dependência, ainda que para eles seja difícil reconhecê-la.
E como estão hoje? Neste momento estão bem.
Veja, lá vai o dinheiro, carrancudo, com a mão no ombro do sucesso, que feliz corteja todos que passam, arrancando aplausos, sorrisos, e alguns comentários...
Ivan Postigo
MADEIRA: OS DESAFIOS DO SUPRIMENTO
As florestas naturais em todo o mundo cobrem 30% do planeta, cerca de quatro bilhões de hectares. Apenas cinco países felizardos detêm 50% desse incalculável patrimônio, entre eles o Brasil, com área de 470 milhões de hectares, mais de 50% do território. Por muito tempo foi alimentada a ideia errônea de que as florestas eram estoque de matéria prima inesgotável, suprindo madeira para as mais diversas finalidades, entre elas, a produção de embalagens, componentes destinados à construção civil e à indústria moveleira. A enorme disponibilidade nos acomodou de tal forma que a percepção em relação às necessidades de reposições, conscientização ecológica, manutenção da diversidade, desertificação, aquecimento global e qualquer outra consequência ambiental indesejável, somente ocorreu por força de pressões de entidades de defesa do ambiente e alertas globais endossados pela comunidade científica. Satisfazíamo-nos com a extração sem pensar no cultivo.Essa visão distorcida da realidade retardou o desenvolvimento de conhecimentos relativos à tecnologia de madeiras. A engenharia brasileira, em suas diversas modalidades, não se preocupava em dar à madeira o status de material construtivo. A madeira era então o típico acessório de construções, caixas de concreto e andaimes, ou dividia-se entre a construção da casa de campo, ou do barraco. Levou tempo até que os conceitos e necessidades relativas à conservação ambiental fossem ganhando espaço e se tornando realidade.
Segundo dados publicados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) em 2007, houve uma redução da extensão de florestas naturais entre os anos de 1990 e 2005, de 134 milhões de hectares, contra um crescimento da extensão de florestas plantadas de 38 milhões de hectares, sendo que a metade está localizada nas regiões da Ásia e Pacífico. Só para compararmos, o Brasil apresenta hoje uma área reflorestada de aproximadamente 5,6 milhões de hectares.
É crescente a demanda por madeira para diversas finalidades. Consumindo ao redor de 4,6 milhões de metros cúbicos anualmente, o setor da construção civil no Brasil, dependerá, a cada dia, do abastecimento de madeiras de reflorestamentos. Isso demonstra a necessidade pela procura por soluções de engenharia que permitam a migração imediata para produção industrializada, oferecendo ao mercado a escala necessária.
Podemos destacar, por exemplo, a China, que é um país altamente dependente por importações de matéria prima base florestal e ao mesmo tempo também o maior exportador (por valores) de móveis, painéis compensados e pisos de madeira (informações FPInnovations do Canadá, em 2007). Esse país continuará a impactar substancialmente o mercado global de produtos madeireiros.
Na China as plantações de florestas têm crescido substancialmente. Até o final de 2010 é esperado que o País tenha ao redor de 60 milhões de hectares de florestas plantadas, e que ao final de 2015, em torno de 50% das suas necessidades serão supridas por essas florestas.
Tanto o Brasil como a China possuem gigantesca demanda por madeira e imensos desafios de suprimento. A solução segue a mesma direção: investimentos em plantações de florestas, direcionados à produção de produtos madeireiros e desenvolvimento da indústria de transformação, com desdobramento nos volumes de produtos com maior valor agregado.
A China tem como um dos seus principais desafios a expansão de textos normativos que possam evitar problemas de produção que não atendam aos rigores mínimos da qualidade. Na área da preservação de madeiras, a produção de formulações industriais, assim como o seu uso devem ser, obrigatoriamente, submetidos a controles ambientais e de segurança operacional, afinal, a tendência é a de se ter mercados ávidos por produtos que apresentem durabilidade e segurança adequadas.
Até algum tempo atrás o Brasil passava por momentos semelhantes ao da China, em especial quanto ao mercado de postes para eletrificação quando dos planos nacionais de eletrificação rural na década de oitenta. Enormes demandas diante de um setor de oferta não bem preparado. Parece que a configuração atual do mercado nacional aponta novamente para essa direção.
O comércio crescente de madeira existente em setores como rural, elétrico, ferroviário e mercados emergentes, como o da construção civil, merecem uma atenção quanto às fontes de matéria prima – plantios de pinus e eucalipto – até o produto final, com qualidade assegurada, respeitando as exigências legais e utilização de requisitos técnicos, tanto nas instalações quanto no produto final.
A opção desses mercados por soluções alternativas, anunciadas equivocadamente como ecológicas, tem ganhado espaços e alcançado competitividade.
A Associação Brasileira de Preservadores de Madeira (ABPM) iniciará programa voltado à qualificação de fornecedores de madeira tratada, exatamente procurando apoiar os diversos mercados consumidores quanto à oferta de produtos de madeira tratada, qualificados tecnicamente e legalmente. É a hora da virada!
Flavio C. Geraldo é diretor da ABPM – Associação Brasileira de Preservadores de Madeira (http://www.abpm.com.br/)
Nota sobre as declarações do candidato José Serra sobre a cultura no governo Lula
Brasília, 21 de setembro de 2010 - Como Ministro da Cultura lamento que a cultura entre no debate eleitoral por meio de chavões e inverdades, e não como a prioridade estratégica que a sociedade brasileira vem conquistando, inclusive em termos orçamentários.
O orçamento da cultura no governo federal saltou de R$ 287 milhões em 2003 para R$ 2,2 bilhões em 2010. O salto de quase dez vezes atesta a importância que a cultura tem para o governo Lula. A própria renúncia fiscal saiu de R$ 400 milhões para mais de R$ 1 bilhão. Os recursos são hoje distribuidos para o Brasil inteiro, sem descriminação de regiões, de orientação artística ou ideológica, e na mais absoluta liberdade de expressão. Nunca fomos tão livres como nesses anos, e eu me orgulho como Ministro de ter contribuído para esse nível de liberdade. Trabalhamos com todas as prefeituras e governo estaduais. A própria Bienal de São Paulo teve uma forte contribuição do Ministério da Cultura, e sem ela talvez o evento não teria recuperado sua grandeza.
O projeto de lei para modernização do Direito Autoral, amplamente debatido pela imprensa e pelo setor cultural, aumenta a transparência do sistema de arrecadação no Brasil. A suposta estatização do Ecad não existe no projeto e é apenas uma leitura marota.
Em relação à Lei Rouanet, é notório que foram justamente casos como os do Cirque du Soleil que fizeram o Ministério da Cultura enviar ao Congresso Nacional uma reforma da legislação, criando critérios públicos de avaliação dos projetos, o que inexiste na lei atual.
Se houver disposição de compreender estes avanços basta comparar qualquer aspecto da política cultural do governo Lula com o governo anterior.
A agenda cultural é fundamental para a qualidade de vida das pessoas e para o desenvolvimento do País. Não há qualquer contribuição à cultura quando o tema é tratado dessa forma, pois pouco contribui para consolidar as grande conquistas do setor cultural nos últimos anos. Não contribui para avançar, e pode até mesmo ajudar a rebaixar a importância da cultura nesse momento de definição das políticas dos próximos anos. É lamentável que um candidato ao cargo máximo do país trate a cultura de maneira tão superficial e sectária.
Juca Ferreira, Ministro de Estado da Cultura
Bem Receber Copa vai qualificar 8 mil profissionais do turismo ao ar livre
Projeto beneficiará atores dos segmentos de Aventura e Ecoturismo.
Previsão é que as inscrições tenham início em novembro
– O Ministério do Turismo (MTur) trabalha para que os turistas que virão ao país durante a Copa do Mundo de 2014 vejam mais que partidas de futebol. A intenção é que eles circulem e conheçam as nossas riquezas naturais. Para receber os visitantes que buscam atividades na natureza, o MTur vai qualificar oito mil profissionais que trabalham no atendimento desse público.
A ferramenta utilizada para essa capacitação será o programa Bem Receber Copa, que compreende um projeto específico para o Ecoturismo e o Turismo de Aventura, com ações de comunicação e capacitação. O programa foi tema de discussões nesta terça-feira (21), durante o segundo dia do Abeta Summit 2010, que acontece no Parque Anhembi, em São Paulo (SP).
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), executora do projeto, a previsão é que as inscrições tenham início em novembro. Elas serão feitas pelo portal do Aventura Segura, programa que será concluído em 2010 e até o fim ano terá qualificado 5 mil pessoas. O objetivo é dar continuidade às ações já desenvolvidas.
Serão oferecidos 12 cursos, com modalidades presenciais, a distância e vídeo-aulas: Gestão Empresarial; Sistema de Gestão de Segurança; Aprimoramento de Produto; Acesso a Mercado; Sustentabilidade; Competências Mínimas do Condutor; Primeiros Socorros; Rafting; Arvorismo, Tirolesa e Rapel; Caminhada de Longo Curso; Turismo Fora de Estrada; Canionismo e Cachoeirismo; Observação da Vida Silvestre e Gestão da Visitação em Unidades de Conservação.
Segundo a coordenadora de Serviços Turísticos do MTur, Rosiane Rockenbach, os alunos serão preparados para informar os turistas sobre os atrativos da sua região. "É importante que esses profissionais tenham excelência não só na execução das suas atividades. Ele também tem que conhecer bem o seu destino e passar isso para o turista, para que o visitante retorne outras vezes depois da Copa", explicou.
Os cursos estão sendo desenhados em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto Casa Brasil de Cultura.
O Bem Receber Copa – Ecoturismo e Turismo de Aventura terá foco nos gestores dos segmentos, guias, condutores e gestores de unidades de unidades de conservação. Poderão participar profissionais das cidades-sede e dos destinos indutores próximos a elas. No entanto, os critérios de seleção deverão atender os locais em que há maior oferta.
A abeta estima que, atualmente, 19 mil pessoas trabalhem com esses segmentos. Na alta temporada, o número sobe para 25 mil. Até 2013, o MTur e a entidade terão qualificado 68,4% dos profissionais atuantes.
Para mais informações, acesse www.bemrecebercopa.com.br.
Ana vai coordenar Sistema Nacional de Segurança de Barragens
De acordo com a nova Lei, a ANA ficará encarregada de organizar, implantar e gerir o SNISB; promover a articulação entre órgãos fiscalizadores das barragens e coordenar a elaboração do Relatório de Segurança de Barragens e encaminhá-lo anualmente ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH). Essas são as modificações que a Lei 12.334 estabelece que sejam feitas na Lei que criou a ANA, a 9.984. A ANA passa a ter novas atribuições e vem adequando sua estrutura para se adequar ao novo desafio.
O objetivo da Lei das Barragens é garantir a observância de padrões de segurança de barragens, de maneira a reduzir a possibilidade de acidentes e suas consequências, além de regulamentar as ações e padrões de segurança.O empreendedor é o responsável legal pela segurança da barragem, cabendo-lhe o desenvolvimento de ações para garantir a segurança.
A nova Lei estabelece que a fiscalização da segurança das barragens caberá à entidade que outorgou o direito de uso dos recursos hídricos, observado o domínio dos Recursos Hídricos, exceto para fins de aproveitamento hidrelétrico. Também ficará a cargo da fiscalização a entidade que concedeu ou autorizou o uso potencial hidráulico quando se tratar de uso para fins de geração de energia. Os principais órgãos encarregados do novo sistema são a ANA, a ANEEL, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o IBAMA, as entidades de meio ambiente estaduais e do Distrito Federal e os órgãos gestores de Recursos Hídricos dos Estados.
O órgão fiscalizador deverá implantar o cadastro das barragens, cuja fiscalização está sob sua responsabilidade, em um prazo de dois anos. Os empreendedores de barragens também terão prazo de dois anos, contados a partir da publicação da Lei, para submeter à aprovação dos órgãos fiscalizadores relatório especificando as ações e cronograma para a implantação do Plano de Segurança de Barragem.
Levantamento feito pelo Ministério da Integração, com apoio da ANA, identificou 6.928 corpos d’água no País identificados como barramentos artificiais. Desses, a ANA calcula que cerca de 1.200 serão enquadrados nos critérios da nova Lei, que considera os tamanhos dos empreendimentos. No entanto, somente depois do cadastramento previsto pela Lei, que será concluído em dois anos, será possível afirmar o número de barragens sujeitas à Lei 12.334/2010





