Pesquisadores debatem a situação do pescado na Amazônia e no Brasil e ressaltam o papel da ciência na melhoria da produção sustentável.
O manejo e formas de aumentar a produção de pescado na Amazônia e no Brasil foram mais uma vez discutidos durante o XlX Encontro Brasileiro de Ictiologia que ocorre em Manaus. Na manhã desta terça-feira (1) os pesquisadores apresentaram dados durante a mesa redonda “O estado atual do conhecimento científico sobre a pesca no Brasil”.
Porém o ponto de partida das discussões foi o impacto da pesca excessiva sobre as espécies E como a ciência pode ajudar a reverter o quadro.
Mauro Rufino, membro do Ministério da Pesca e presidente da Associação Brasileira de Ciência da Pesca (ABC Pesca), destacou o papel da pesca para a economia do país e afirmou que a discussão envolve vários aspectos, social, ambiental e econômico. “Essa mesa redonda teve o objetivo de debater as estratégias que os órgãos devem adotar”, disse
A pesca e as hidrelétricas
A mesa redonda desta terça-feira foi marcada também pelo início dos debates sobre a influência da construção de hidrelétricas sobre os peixes e, por conseqüência, impactos no setor pesqueiro. “Outro ponto é a contribuição que a ABC Pesca pode ter no debate sobre as usinas hidrelétricas na Amazônia e seus possíveis impactos. Todas essas discussões devem servir de base para a assembléia da ABC Pesca na quinta-feira” ressaltou.
O XlX Encontro Brasileiro de Ictiologia segue até o próximo dia 4 de fevereiro e reúne no estúdio 5 Centro de convenções várias pesquisadores do Brasil e do exterior co o objetivo de debater as pesquisas feitas com peixes.

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