Exibindo porte arbustivo e flores majestosas exalando suave perfume, está florido, após cinco anos de crescimento , no Orquidário Nacional do Ibama/Projeto Orquídeas do Brasil, o Grammatophyllum speciosum, orquídea nativa da Malásia e portadora do título “A maior orquídea do mundo”. Com 2,5m de altura, a planta torna-se mais grandiosa e fascinante por causa de suas 19 hastes florais que atingem três metros, parecendo, em seu conjunto de mais de 400 flores, coroar a planta como uma rainha no exílio brasileiro.
Aproveitando o momento propício, apressei-me em pôr em prática meu conhecimento genético e realizei o cruzamento entre a espécie asiática – o Grammatophyllum speciosum – e uma espécie brasileira do cerrado – o Cyrtopodium brandonianum –, dando o sinal de partida para o nascimento futuro de uma nova criatura híbrida, um Grammatopodium, cujo nome de batismo ainda não foi escolhido.
A pequena notável, bem cultivada a pleno sol, desenvolveu-se e adaptou-se aos rigores climáticos do Planalto Central e, ao fim de cinco anos, atingiu a maturidade e a tão esperada floração, nunca imaginada tão esplendorosa.
Aproveitando o momento propício, apressei-me em pôr em prática meu conhecimento genético e realizei o cruzamento entre a espécie asiática – o Grammatophyllum speciosum – e uma espécie brasileira do cerrado – o Cyrtopodium brandonianum –, dando o sinal de partida para o nascimento futuro de uma nova criatura híbrida, um Grammatopodium, cujo nome de batismo ainda não foi escolhido.A magnífica planta me foi doada, ainda pequena, pelo famoso orquidófilo pernambucano Odilon Cunha, colaborador do Orquidário Nacional do Ibama/Projeto Orquídeas do Brasil e proprietário de uma riquíssima coleção de orquídeas, que inclui espécies de todo o planeta.
A orquídea pode ser vista na frente do Orquidário Nacional do Ibama/Projeto Orquídeas do Brasil (SCEN Trecho 02, Ibama Ed Sede, Orquidário, Brasília/DF). As flores são de longa duração e podem ser contempladas até a semana que vem.

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