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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Empresas se unem para discutir os 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente


Doze fundações e institutos empresariais promovem evento na FIESP, dia 21, e lançam carta de intenções para ações conjuntas

A comemoração dos 20 anos do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, neste ano de 2010, mobilizou, de forma inédita, 12 instituições empresariais para a realização do evento "Juntos pelo ECA", que acontece dia 21, no Teatro do SESI - São Paulo, anexo ao Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso. A união tem por objetivo debater, junto a especialistas, organismos multilaterais, poder público e sociedade civil, as conquistas, os desafios e as oportunidades relacionadas ao tema para os próximos anos.

A ação reúne o Instituto Votorantim, Instituto HSBC Solidariedade e Insituto Unibanco, a Fundação Itaú Social, Fundação Telefônica, FundaçãoVale e Fundação ArcelorMittal, o SESI/SP e o SESI/CN, a Gerdau e os bancos Santander e Bradesco. São empresas e instituições que possuem atuação relevante na defesa da garantia dos direitos das crianças e adolescentes, que, pela primeira vez, decidiram tratar do tema conjuntamente e criar uma oportunidade em defesa da causa. Ao final do evento, será assinada uma carta de intenções visando à realização de um trabalho colaborativo em torno da questão. O documento ficará aberto a novas adesões.

Os organizadores pretendem sensibilizar a audiência e fomentar a articulação entre os atores ligados aos direitos de crianças e adolescentes, fortalecendo a rede de proteção à infância e adolescência, com uma visão sistêmica e integrada. Para o grupo, as empresas possuem papel fundamental neste processo atuando não apenas como financiadoras de ações, mas como mobilizadoras em torno da causa. Daí a proposta envolvendo a busca de sinergia de ações.

 
 

Balanço e perspectivas

O evento, que acontecerá entre 8h30 e 18h00, terá o consultor Edson Sêda, que participou da comissão redatora do ECA, na conferência de abertura, discutindo a relevância do estatuto. Na sequência, estão programados três debates: "Balanço dos 20 Anos"; "(Re) Articulando a Rede de Proteção"; e "Perspectivas para os 20 anos". Dentro dessas temáticas, serão debatidos aspectos ligados às conquistas e avanços do ECA,  os novos desafios e oportunidades que a lei vislumbra;  a integração das políticas públicas de proteção de crianças e adolescentes; os papéis e responsabilidades das empresas, da mídia, da sociedade civil e dos organismos multilaterais.

Para discutir as questões propostas, o grupo organizador convidou Benedito Rodrigues dos Santos, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância - Unicef; Renato Mendes, coordenador de projetos da OIT - Organização Internacional do Trabalho; Maria de Lourdes Trassi, doutora na área de adolescência e violência;  Fábio Ribas, diretor executivo da Prattein: Helen Sanches, diretora da ABMP - Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude; Fábio Feitosa, presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda);  Maria Luiza Amaral Rizzotti, Secretária Nacional de Assistência Social, do Ministério de Desenvolvimento Social; Irene Rizzini, professora da PUC/RJ; Sergio Mindlin, presidente do conselho do ETHOS; Albert Alcouloumbre, diretor de Planejamento e Projetos Sociais da TV Globo; e o presidente do Conselho Nacional do SESI, Jair Meneguelli.

O evento é aberto à participação pública e as inscrições podem ser feitas pela Internet, no endereço www.juntospeloeca.com.br. As vagas são limitadas. "Juntos pelo ECA" tem, ainda, apoio institucional do Instituto Paulo Montenegro, da OIT, ABMP, Childhood; FEBRABAN; UNICEF e ANDI - Agência Nacional dos Direitos da Infância.

Movimento “Levante-se e faça a sua parte!” é realizado em Belém


Neste ano, o Levante-Se será realizado no próximo domingo, 19, na Praça da República. A ação pretende conscientizar o público sobre os Objetivos do Milênio, em especial o Objetivo 7, que trata da Qualidade de Vida e Meio Ambiente. Com um público estimado em 50.000 pessoas a cada domingo, a Praça da República é palco de inúmeras atividades culturais e por isso foi escolhido como o local ideal para o Grupo de Ação pelo Desenvolvimento - GADE e a ONG Noolhar realizarem as suas atividades, como a apresentação do Movimento Levante-se e os Objetivos do Milênio; demonstração da Importância do Movimento e como cada um pode participar sendo um voluntário; conscientização e educação ambiental através de materiais ecológicos; troca de garrafas PET por Kit's ecológicos; informações sobre voluntariado, dicas de reciclagem e sustentabilidade; além de distribuição de 250 mudas de plantas.
            Com a parceria formada pelo GADE e a Noolhar, outros órgãos foram convidados para defender esta causa, como o Batalhão de Policia Ambiental – BPA, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – Semma, Grupo de Combate ao Lixo de Belém e Força Tarefa de Proteção à Zona Costeira. Em 2009, o Levante-Se foi realizado na Estação das Docas reunindo cerca de 300 pessoas.

 
"Levante-se e Faça a Sua Parte! Porque Juntos, Nós Podemos!".
Neste evento, pessoas de todo o mundo se levantarão em manifestações de apoio à causa dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).  O esperado é que a marca de 173 milhões de pessoas (quase 3% da população do mundo) que se levantaram no ano passado, seja superada este ano, garantindo novamente a entrada do Levante-se no livro Guinness dos Recordes. O intuito do evento é o de chamar a atenção da mídia, dos líderes mundiais e de um grande número de pessoas para reafirmar o compromisso de compartilhar a responsabilidade pelo alcance dos Objetivos do Milênio no Brasil e no mundo. São 8 os Objetivos  de Desenvolvimento do Milênio, 8 jeitos de mudar o mundo. Todo esforço conta, e juntos NÓS PODEMOS!
            O "Stand Up and Take Action", nome do evento em inglês, é uma maneira extremamente eficiente de aumentar a consciência e a participação popular em torno de questões dos Objetivos do Milênico. Em muitos países o Levante-se tem sido usado como uma oportunidade estratégica de pressionar os tomadores de decisão, envolver os políticos diretamente e engajar-se junto à mídia.

Fundação Vanzolini oferece curso gratuito à distância sobre HTML e CSS


Voltado para profissionais de T.I., o curso está com inscrições abertas e começa no dia 20 de setembro
O curso de Atualização em HTML e CSS oferecido pela Fundação Vanzolini, entidade gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção da POLI/USP, apresentará informações sobre o ambiente de desenvolvimento da internet, linguagem HTML & CSS (Folhas de Estilo em Cascata). As aulas serão realizadas à distância no período de 20 de setembro a 20 de outubro de 2010. Podem participar profissionais com atuação na área de Tecnologia da Informação que desejam aprimorar seus conhecimentos ou expandir sua área de atuação. As inscrições podem ser realizadas até o dia 19 de setembro, através do site www.vanzolini.org.br
O curso gratuito faz parte do projeto de pesquisa da coordenadora do curso Marcia Barretto, mestranda em Engenharia de Produção na Escola Politécnica da USP, sob orientação do professor Marcelo Schneck de Paula Pessôa da Fundação Vanzolini. Para participar, o aluno vai precisar apenas de um computador com acesso à internet, além de preencher quatro questionários que fazem parte da pesquisa. Os dados serão mantidos em sigilo. Ao final dos 30 dias de curso, o acesso ao conteúdo ficará disponível por mais 15 dias para consultas.
Após preenchida a ficha de inscrição no site, é só aguardar um email com as instruções de acesso ao ambiente virtual de ensino. Os alunos que concluírem todos os módulos do curso receberão um certificado de participação da Fundação Vanzolini.
Curso Atualização à Distância de HTML e CSS
Informações: 0800 770 06 08 (Estado de São Paulo); (11) 3145-3717     (11) 3145-3717       ou www.vanzolini.org.br



O Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade ampliou o prazo de inscrições até o dia 16 de outubro.

As
inscrições são feitas online no site www.premiojornalistasecia.com.br. e os jornalistas podem inscrever mais de um trabalho produzido entre 1º de outubro de 2009 e 30 de setembro de 2010 e que aborde temas ambientais, sociais e econômicos em sua pauta. 

O objetivo do Prêmio é ampliar o número de conteúdos sobre a Sustentabilidade nas várias mídias, sob vários ângulos. Assim, podem se inscrever blogs, portais, fotografias, cortes de imagens (há uma categoria especial para cinegrafistas), matérias em revistas e jornais, em rádios e em televisão. O Prêmio – que nasce como um dos maiores do País em valores absolutos, vai distribuir R$ 89 mil (líquidos) – está dividido em duas categorias: Mídia Nacional (Jornal, Revista, Rádio, Televisão, Internet e Imagem - Fotografia e Vídeo) e Mídia Regional (dividindo o Brasil em cinco regionais). Há ainda um Grande Prêmio, concedido a um dos ganhadores de Mídia Nacional (que vai acumular dois prêmios). Entre no site, leia o regulamento,esclareça suas dúvidas e faça sua inscrição. O planeta e a sociedade agradecem.

 
 

 
 

sábado, 18 de setembro de 2010

Cientistas criam tecido em aerosol que é borrifado no corpo


Foi apresentado ontem, tecido que pode ser borrifado na pele ou em outras superfícies para fazer roupas, curativos médicos e até cortinas e estofados. O material, desenvolvido por um acadêmico e estilista espanhol, Manel Torres, em parceria com Paul Luckan, especialista em tecnologia de partículas do Imperial College London, foi batizado de Fabrican Spray-on.

Uma vez aplicado na pele com tecnologia aerosol, ele seca instantaneamente, não forma costuras, pode ser lavado e vestido novamente. O tecido é composto de fibras pequenas, substâncias conhecidas como polímeros - que fazem com que as fibras se unam - e um solvente que permite que ele seja aplicado em forma líquida.
Após a aplicação, que pode ser feita com lata de aerosol ou um spray de alta pressão, o solvente se evapora. A textura pode ser alterada de acordo com o tipo de fibra usada (lã, linho ou acrílico) e dependendo da forma de aplicação.

"Quando comecei este projeto, queria criar um material futurístico, sem costuras, rápido e confortável", disse Torres. "Na minha busca por produzir este tipo de tecido, terminei voltando aos princípios de tecidos mais antigos como o feltro, que também é produzido a partir de fibras e um modo de uni-las sem costurá-las ou tecê-las".

"Como artista, passei meu tempo sonhando com criações únicas, mas como cientista, tenho que me focar em fazer coisas reproduzíveis. Quero mostrar como a ciência e a tecnologia podem ajudar estilistas a criar novos materiais". A moda, no entanto, é apenas um dos usos para a tecnologia.

Torres criou uma empresa, a Fabrican Ltda, com o professor Luckham, para explorar outras aplicações, como bandagens médicas, lenços umedecidos, perfumadores de ar e estofados para móveis e carros. "A aplicação do tecido borrifado na moda é uma excelente forma de anunciar o conceito, mas também queremos trabalhar com novas aplicações nas indústrias médica, de transporte e química", disse Luckham.
"Por exemplo, o tecido pode ser produzido e mantido em uma lata de aerosol esterilizada, que poderia ser perfeita para fazer curativos borrifados sem aplicar nenhuma pressão, no caso de queimaduras, ou para aplicar remédios diretamente sobre um ferimento", completou.

Pesquisa internacional revela que o Brasil é a nação mais otimista com a velhice



Pesquisa internacional revela que o Brasil é a nação mais otimista com a velhice
Levantamento revela o surgimento de uma geração que ainda se sente jovem e saudável aos 70 e 80 anos, mas não planeja sua velhice do ponto de vista econômico e social.
Londres, 17 de setembro de 2010- A pesquisa internacional de saúde Bupa Health Pulse 2010 revela o surgimento de uma geração que ainda se sente jovem e saudável aos 70 e 80 anos[1], mas que não se preocupa em planejar a velhice. Realizada pelo instituto de pesquisa independente Ipsos Mori,o levantamento envolveu 12.262 entrevistados em 12 países, incluindo o Brasil, entre 10 de junho e 14 de julho de 2010. A pesquisa alerta que é fundamental avaliar o impacto da velhice sobre a demanda de assistência social e médica.
Nos 12 países pesquisados, 72% dos entrevistados com 65 anos ou mais disseram que não se sentem velhos e quase o mesmo número (67%) diz sentir-se ainda saudável.
No Brasil, 46% dos entrevistados não se preocupam em envelhecer. Além disso, 17% dos entrevistados encaram com bons olhos a terceira idade, o maior índice registrado no mundo todo. Porém, 64% dos brasileiros não se preparam para a velhice, em termos de reservar dinheiro ou de pensar em como ser assistido no caso de não poder cuidar de si próprio. Mais da metade (53%) nem sequer começou a pensar nela, enquanto a maioria deixa completamente de se preparar para as realidades do futuro. Apenas 7% reservaram algum dinheiro e 76% acreditam que a família estará lá para dividir o ônus de cuidar deles.
Um relatório[2] feito pela London School of Economics (LSE) e divulgado ontem revela que a 'rede informal de assistência' (o padrão tradicional de famílias cuidando de seus idosos) está se desintegrando, enquanto o número de idosos carentes de assistência vem crescendo.
"É realmente animador ver que tantos brasileiros não se sentem velhos e acolhem bem a chegada da velhice, mas as pessoas não podem ficar despreocupadas com o envelhecimento", disse o Dr. Sneh Khemka, diretor-médico da Bupa International. "O Brasil, assim como muitos países, vem enfrentando uma crise na assistência médica e social. Muitos pensam que seus parentes estarão prontos para cuidar deles, mas nossas estruturas familiares estão mudando e as pessoas precisam começar a planejar e conversar o quanto antes sobre a futura assistência que terão."
"Em todo o mundo, uma combinação de fatores sociais e econômicos - incluindo alterações demográficas, a redução do tamanho da família e o aumento dos índices de divórcio, migrações e mulheres que trabalham fora – estão abalando a estrutura familiar que historicamente tem sido o principal suporte aos idosos dependentes. Com os sistemas públicos de assistência sob pressões financeiras, começa a surgir um desafio global das formas de amparar o idoso no futuro", observou José Luiz Fernandez, pesquisador-chefe da London School of Economics.

Pesquisa Bupa Health Pulse 2010:

• 12.262 entrevistados em 12 países - Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, México, Rússia, Espanha, EUA - entre 10 de junho e 14 de julho de 2010.
Dados Brasil - Pesquisa Bupa Health Pulse 2010:
• 1005 brasileiros entrevistados.
• Os brasileiros são os mais otimistas quanto à terceira idade (17% comparados ao índice global de 3%).
• 95% dos brasileiros não se consideram velhos (dado de entrevistados acima 54 anos)
• 46% dos entrevistados não se preocupam com o fato de envelhecer. Alem disso, 17% dos entrevistados encaram com bons olhos a terceira idade e querem ficar velhos, o maior índice registrado no mundo todo. Porém, 64% dos brasileiros não se preparam para a velhice em termos de reservar dinheiro ou de pensar em como ser assistido no caso de não poder cuidar de si próprio sozinho.
• 53% nem sequer começou a pensar na velhice, enquanto a maioria deixa completamente de se preparar para as realidades do futuro. Apenas 7% reservaram algum dinheiro e 76% acreditam que a família estará lá para dividir o ônus de cuidar deles.
• 96% acha que a assistência governamental ao idoso precisa melhorar.
• 84% dizem que o padrão de assistência ao idoso no Brasil é pobre.
• 39% acham que o Estado deve bancar a assistência ao idoso somente para pessoas de baixa renda, enquanto apenas quatro em cada dez (42%) acreditam que o benefício deveria ser para todos.
• Apenas 3% pensam que o governo cuidará deles em sua idade avançada
• 36% das pessoas estão mais preocupadas em ter câncer.
• 35% planejam usar as suas economias/investimentos quando envelhecer.
• 61% dos brasileiros temem perder sua memória e independência ao envelhecerem.
• 32% acreditam que vão morrer de velhice.

Informações sobre velhice no Brasil – Ministério da Saúde:
• No Brasil, 49% dos idosos são analfabetos funcionais.
• 26% das mulheres idosas nunca fizeram papanicolau.
• 42% dos homens mais velhos nunca foram examinados para câncer de próstata.
• A maioria dos idosos (81%) tem alguma doença como hipertensão, dores nas costas, diabetes e doenças cardiovasculares.
• O Sistema de Saúde Pública no Brasil é utilizado por dois terços dos idosos. 24% têm seguro de saúde privado, 11% pagam do próprio bolso quando necessário e 5% são atendidos por agentes de saúde do Programa Saúde da Família.

Dados Internacionais - Pesquisa Bupa Health Pulse 2010:
• No mundo todo, 86% dizem que o atual nível de assistência do Estado aos idosos precisa melhorar, com 62% afirmando que é preciso 'melhorar radicalmente'.
• 7% dos entrevistados acham que o Estado realmente assumirá a responsabilidade por assisti-los em sua velhice.
• 66% pensam que a família cuidará deles quando envelhecerem; este número cai para 59% na Austrália, a menor de todas as porcentagens, chegando a 76% no Brasil, a maior delas.
• Dentre os pesquisados em todo o mundo, a maior preocupação das pessoas é ter câncer (34%) ou ter demência (23%) quando envelhecerem.
• França é o país que se sente mais jovem. 32% dos entrevistados acreditam que as pessoas só ficam 'velhas' quando passam dos 80 (comparados a 20% em termos globais).
• Já na China, as pessoas acham que se fica 'velho' muito antes, 65% acreditam que isto ocorra antes dos 60 (comparados aos 20% do dado internacional).
• Na Índia estão os que menos se preocupam em envelhecer, 70% dizem que isto 'não os preocupa' e/ou que eles 'não pensam nisto'.
• A Índia é o país mais preparado para a velhice, com 71% dos indianos fazendo algum tipo de preparativo, enquanto a Rússia fica para trás, 66% dos russos não se prepararam para a velhice.
• Na China, 33% das pessoas fizeram economias para sua velhice, enquanto somente 7% fizeram o mesmo no Brasil.
• A Alemanha se destaca como o país que mais cuida dos seus idosos.

Achados internacionais dos entrevistados - acima de 65 anos:
• Nos 12 países pesquisados, 72% dos idosos com 65 anos ou mais disseram não se sentir velhos; o índice mais elevado chega a 80% na Alemanha.
• 47% dos entrevistados com mais de 65 anos acham que a idade avançada começa aos 80, índice que chega a 54% na França, maior porcentagem em termos globais.
• 22% separou algum dinheiro para sua velhice.

Dados do Relatório da London School of Economics (LSE): Sociedades que Envelhecem – Desafios e Oportunidades
• A população mundial está envelhecendo e o número de idosos aumentou em quase todos os países. Em parte, o aumento do número de idosos é devido a importantes avanços na expectativa de vida.
• No entanto, o rápido aumento da proporção de idosos em todo o mundo pode criar um desafio em termos do poder da sociedade de angariar recursos para custear sua assistência.
• A ligação entre mudanças na expectativa de vida e a prevalência de problemas de saúde e dependência é fundamental para avaliar o impacto da velhice sobre a demanda de assistência social e médica.
• Depender principalmente de redes de assistência informais no futuro (o padrão tradicional de famílias cuidando de seus idosos) pode ficar cada vez mais difícil dada a redução expressiva do número de cuidadores informais por idoso dependente.
• A redução na disponibilidade de assistência informal vai exigir um novo consenso quanto à divisão de contribuições para a assistência ao idoso entre os grupos sociais.
• Considerando o risco de que idosos carentes de assistência podem acabar com seu patrimônio a fim de pagar pelo atendimento, um debate público vem ganhando corpo a nível internacional sobre a importância de se criar mecanismos de proteção dos recursos financeiros desses idosos.
• Será preciso um acordo da sociedade sobre a divisão de responsabilidades agora e no futuro pelo custeio e oferta de assistência ao idoso necessitado.
• A importância de intervenções eficazes na saúde pública se destaca pelo fato de que se poderia evitar quatro em cada cinco casos de doença cardíaca coronariana, nove entre cada dez de diabetes tipo 2 e um terço dos quadros de câncer apenas melhorando os hábitos de alimentação, aumentando a atividade física e parando de fumar.

Sobre a Bupa International
A Bupa International foi a pioneira em seguro-saúde para expatriados em 1971, ocupando hoje posição de liderança mundial. Ela oferece seguro-saúde internacional a clientes de 190 países, incluindo algumas das maiores e renomadas empresas do mundo. Seus clientes tem acesso a mais de 200.000 prestadores médicos no mundo inteiro, tendo condições de quitar contas diretamente em mais de 7500 hospitais e clínicas. A empresa está sediada em Brighton, Inglaterra e conta com um centro médico de emergência mundial onde uma equipe de consultores oferece assistência e orientação em vários idiomas, 24 horas por dia, todos os dias.
A Bupa International já conquistou inúmeros prêmios ao longo dos últimos 39 anos, incluindo, por três vezes, o Queen's Award for Enterprise, por suas realizações no comércio internacional.
Para mais informações sobre Bupa International.

Hospital Israelita Albert Einstein é eleito o melhor da América Latina


Estudo da AméricaEconomia Intelligence classifica, pela segunda vez
consecutiva, a instituição brasileira em 1º lugar
 
São Paulo, Setembro de 2010 – O Hospital Israelita Albert Einstein ocupa, pela segunda vez consecutiva, o topo do ranking que classifica as melhores instituições médicas latino-americanas. O estudo da AméricaEconomia Intelligence avalia o panorama de gestão e qualidade de clínicas e hospitais de países como Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, México, Uruguai e Venezuela.
Os resultados, publicados este mês na edição 391 (setembro) da revista AméricaEconomia, apresentam um panorama do desempenho de hospitais e clínicas de alto padrão, que pontua a performance em áreas como segurança hospitalar, capital humano, capacidade, gestão do conhecimento, dignidade do paciente, eficiência, prestígio e índice geral de qualidade.
Dentre as diversas categorias de pontuação, o Einstein se destacou em critérios como prestígio (100,00), eficiência (94,69) e segurança (92,75), seguidos por gestão de conhecimento (92,08), capital humano (91,95) e capacidade (81,06). Quando se trata de qualidade, a instituição paulistana abraça o índice geral de 92,2, frente ao 86,5 da Clínica Alemana, de Santiago, no Chile. Em terceiro lugar, Las Condes, outra clínica chilena, abraça o índice de 83,7.
Este ano, a média geral de pontuação do Einstein foi de 92,08, contra 84,48 do segundo colocado e 66,68 do terceiro. Na edição do ano passado, a média geral do Einstein foi de 79,57, contra 72,92 do segundo colocado, também a Clínica Alemana, e 72,58 do terceiro lugar, que ficou com o Hospital das Clínicas de São Paulo.
"O reconhecimento de uma importante pesquisa como essa é um dos melhores indicadores possíveis dos resultados do nosso empenho e compromisso com a inovação médica, difusão de conhecimento e promoção de justiça social", diz Claudio Luiz Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, instituição mantenedora do hospital. Ao comentar o ranking, Lottenberg atribuiu o destaque à "eficiência, eficácia, segurança do paciente e atenção focada em fazer as coisas no tempo certo". 
A pesquisa – A AméricaEconomia Intelligence é responsável hoje pelo único sistema de medição de desempenho de grandes instituições hospitalares na América do Sul. Os pontos fortes de gestão hospitalar, qualidade do corpo médico e serviços para pacientes foram os principais conceitos analisados por um comitê de especialistas, que criou uma metodologia consistente para analisar importantes centros médicos. O primeiro passo da empreitada, que durou alguns meses, foi consultar os Ministérios da Saúde de países latino-americanos e outros órgãos internacionais da área, como entidades acreditadoras e que avaliam qualidade e desempenho.  
Primeira edição – O então inédito ranking elaborado pela AméricaEconomía Intelligence, divulgado no ano passado, demonstrou que o Einstein foi a única instituição médica a obter uma nota máxima, recebendo avaliação de 100 pontos no critério prestígio. O mesmo se repete em 2010. Mais uma vez, o hospital foi o único a receber tal avaliação no mesmo critério, que considera a reputação das instituições e foi desenvolvido por meio de uma pesquisa direta com 700 médicos de todos os países contemplados.

Queimadas aumentam em 185% e Eletrobrás lança campanha de alerta sobre os riscos para a rede elétrica



Campanha em massa da Eletrobrás, criada pela Agência 3 e  produzida pela Cinevideo, tem objetivo de prevenir e combater os danos às torres de transmissão do país e começa a ser veiculada em grandes emissoras, como Globo, Record, SBT, Band, Rede TV e TV Brasil, entre outras.

       
Com o ar seco e a falta de chuvas que tem assolado o país nos últimos meses, o total de focos de queimadas chegou a mais de 70.000 neste ano, um aumento de 185% na comparação com o mesmo período do ano passado. Problema que fica ainda mais grave quando o fogo atinge as torres de transmissão de energia elétrica, causando curto-circuitos e cortes de energia, que podem afetar hospitais, postos de saúde e escolas.

Para tentar conter os focos de incêndio na área das suas subsidiárias, a Eletrobras começou uma campanha institucional em massa contra as queimadas, veiculada em grandes emissoras do país, como Globo, Record, SBT, Band, Rede TV e TV Brasil, entre outras.

O comercial é assinado por Isac de Sousa e foi gravado com atores mirins em formato de peça escolar. De forma lúdica, cada criança personifica um dos elementos que compõe o universo das queimadas, como a torre de transmissão, o mato ao redor da torre, o fogo, a escola e o hospital.

De acordo com a Eletrobrás, empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, as queimadas desligam as linhas de transmissão causando prejuízos às empresas de distribuição, que têm aumento nas despesas com serviços de limpeza, substituição de isoladores e cabos elétricos, transformadores e outros equipamentos danificados, além de maiores gastos com mão-de-obra.

As queimadas nos estados

Os estados com maior número de focos de incêndio registrados até agora são Mato Grosso, com 21.067 (elevação de 305% em relação a 2009), Tocantins, com 11.845 (aumento anual de 543%) e Pará, com 10.111 (elevação de 113%), de acordo com relatório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que realiza monitoramento por satélite. Apenas neste mês, Mato Grosso registrou 7.608 novos focos, um aumento de mais de 600%; Tocantins, 4.476 (548%); e Pará, 2.659 (34%).

Só vendo

ZUENIR VENTURA
Acostumados com o clichê preconceituoso que acredita não haver vida inteligente fora do eixo Rio-São Paulo, nos surpreendemos quando encontramos alguma atividade cultural em cidades do chamado "interior" — o "centro" somos nós, claro. Por exemplo: onde é possível reunir cerca de 650 mil pessoas, um terço dos moradores, para tratar de um assunto meio fora de moda, a leitura? Pois acabo de ver o fenômeno em Belém, na XIV Feira Pan-Amazônica do Livro, um dos três principais eventos do gênero no Brasil, este ano dedicada à África de fala portuguesa. Houve shows com Gilberto Gil, Lenine, Emílio Santiago, Luiza Possi, mas o destaque foram os R$30 milhões faturados com a venda de 500 mil volumes, superando, segundo os organizadores, a Bienal do Rio.


Há cidades brasileiras que só vendo. A capital do Pará é uma delas. Além de ser uma das mais hospitaleiras do país, gosta de seu passado e é hoje um exemplo de como revitalizá-lo. Já escrevi e repito que a intervenção que o arquiteto Paulo Chaves fez no cais da cidade, transformando armazéns e galpões na monumental Estação das Docas, é uma obra que não deve nada à que foi realizada em Barcelona ou Nova York (o prefeito Eduardo Paes devia ir lá ver). Outro genial exemplo de reaproveitamento é o centro onde se realiza a Feira, o Hangar, um gigantesco espaço que antes, como diz o nome, servia de estacionamento para aviões.

E não fica nisso. Há roteiros culturais como o do núcleo Feliz Lusitânia e seu Museu de Arte Sacra, onde se encontram uma Pietá toda em madeira, o São Sebastião de cabelos ondulados e a famosa N. S. do Leite, com o seio esquerdo à mostra dando de mamar. Sem falar nos museus do Encontro e de Gemas do Pará, e numa ida a Icoaraci para ver as cerâmicas marajoara, tapajônica e rupestre.

Para quem gosta de experiências antropológicas, recomenda-se — além dos 48 sabores regionais, a maioria, do sorvete Cairu — uma manhã no mercado Ver-o-Peso, onde me delicio nas barracas de banhos de cheiro lendo os rótulos: "Pega não me larga", "Amansa corno", "Afasta espírito", "Chora nos meus pés". Com destaque para o patchuli, que a vendedora me diz ser o odor de Belém. Mas antes deve-se passar pela área dos peixes: douradas, sardas, tucunarés, enchovas, piranhas, tará-açus. "Esse aqui é o piramutaba", vai me mostrando o nosso guia, o cronista Denis Cavalcanti; "aquele é o mapará, olha o tamanho desse filhote".

Desta vez, o ponto alto da visita foi uma respeitável velhinha fazendo o comercial do Viagra Amazônico para mim e o Luis Fernando Verissimo: "O sr. dá três sem tirar, e depois ainda toca uma punhetinha". Isso com a cara mais séria do mundo, sem qualquer malícia, como se estivesse receitando um remédio pra dor de cabeça. Só vendo.

Publicado no Globo de 08/09/2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL CHEGA AO SETOR AUTOMOTIVO

Por Mauricio Prado Alves*

A realidade sustentável, presente em diversas atividades comerciais, chegou ao setor automotivo com a implantação de programas de gestão ambiental nas atividades diárias das concessionárias.  Pela própria atividade potencialmente poluidora, a prática vem se tornando tendência no setor e torna-se fundamental, já que atende às legislações ambientais, como a Política Nacional de Meio ambiente, lei de crimes ambientais e outras legislações nas esferas estaduais e municipais.

Ao aderir à implantação de um programa de gestão ambiental, as empresas do setor automotivo demonstram não apenas seus esforços para cumprir com as regras legais ambientais e gerar o menor impacto possível ao seu redor e ao meio ambiente, mas mostram que estão em consonância com o crescente apelo do consumidor, que opta cada vez mais por serviços e produtos de melhor qualidade ambiental.

 Para ser considerada uma atividade adequada dentro dos padrões ambientais alguns fatores são avaliados, como: a redução de consumo de energia elétrica, o aproveitamento de água de chuva, a utilização de insumos que não degradem o meio ambiente e, principalmente, a destinação adequada de todos resíduos gerados.

 Pela avaliação da Servmar Ambiental e Engenharia, especialista no tema e responsável pelo projeto piloto implantado na Toriba Veículos (VW) e Sampa Motors (Honda), o programa de gestão ambiental traz ganhos para todos os envolvidos: o concessionário agrega valor ao produto e ao serviço devido à grande aceitação do consumidor, que se sente mais confortável em entregar seu carro para reparos em um local que leva a sério a questão ambiental. Outro ponto positivo é a segurança do desempenho das atividades diárias, sem gerar nenhum passivo ambiental.

Mesmo em uma escala ainda pequena, já há modelos de gerenciamento de resíduos que demonstram o sucesso da iniciativa, como o piloto desenvolvido pela Servmar nas duas concessionárias. O trabalho consistiu em visitas técnicas às instalações com objetivo de realizar um diagnóstico ambiental e de elaborar um plano de gerenciamento de resíduos. A ideia é abastecer as empresas com as diretrizes necessárias para adequação das legislações ambientais e, consequentemente, uma melhor qualidade ambiental de suas atividades.

 Ao atender a esses parâmetros ambientais, a Sampa Motors foi beneficiada por um certificado fornecido pela Honda, que constatou o atendimento dos requisitos ambientais, como o gerenciamento adequado dos resíduos e redução dos impactos ambientais através do compromisso das melhorias contínuas de seus processos.

Quanto ao questionamento do investimento, o que aparentemente pode parecer alto, os recursos destinados aos programas de gestão ambiental se comprovam necessários e efetivos, com benefícios diretos. Além do ganho ambiental e de imagem no mercado, os custos do gerenciamento de resíduo passam a ser pequenos quando comparados às sanções que as empresas podem sofrer e às penalidades fixadas em lei, como de crime inafiançável, que responsabilizam diretamente os diretores das concessionárias.

 Diante desse cenário de ganhos comerciais, sociais e ambientais, a adoção a um programa de gestão ambiental se torna uma exigência cada vez mais presente entre as empresas do setor. Além de se tornar uma ação imprescindível para tornar o planeta mais saudável.

Interbrand divulga ranking das 100 Melhores Marcas Globais


Empresas do setor de tecnologia vivem momento favorável
A 11ª. edição do ranking das 100 Marcas Globais Mais Valiosas confirma o sucesso atual das empresas de tecnologia nas áreas de computação e serviços de internet. Entre as 10 empresas mais valiosas em 2010, metade pertencem a esta área. E entre as que encabeçam a lista – com exceção da Coca-Cola que é a número um desde o primeiro ranking – estão a IBM , a Microsoft e o Google.
Do ranking, as marcas que tiveram os maiores ganhos em seu valor no último ano são reconhecidas empresas de tecnologia: Apple (+37%), Google (+36%) e BlackBerry (32%). A Apple aumentou o valor da marca usando o buzz marketing em torno lançamentos de novos produtos e o carisma de Steve Jobs para dar explicações em público sobre o defeito na antena de seu iPhone4. O BlackBerry continua a ser o smartphone mais popular para os executivos, apesar da pressão da Apple.Também obtiveram ganhos expressivos as empresas do setor financeiro J.P.Morgan (+29%) e Allianz (28%) por terem conseguido sair da crise com a reputação intacta e em claro movimento de recuperação.

No grupo das marcas que perderam valor está a Harley Davidson que caiu (-24%). Entre outras razões, em tempos de crise, a legendária motocicleta se tornou uma compra irrelevante. A Toyota (-16%) cuja marca era sinônimo de eficiência e confiança foi fortemente impactada por um recall anunciado em janeiro envolvendo diversos modelos defeituosos. A Nokia (-15%) reagiu muito lenta à invasão dos smartphones. A Dell (-14%) vem enfrentando dificuldades com o desenvolvimento de sua marca e sub-marcas. O Citi, com perda de (-13%), estava entre as instituições financeiras mais impactadas pela crise econômica de 2008.
"A grande mudança que percebemos neste ano é que a relação entre marcas e clientes têm mudado irrevogavelmente. E o motor da mudança é o comportamento do consumidor; menos fiel e mais cético em relação às marcas", diz Alejandro Pinedo, diretor geral da Interbrand no Brasil.

Esse consumidor pode optar por comprar um iPad ao invés de um laptop, pode usar uma pasta de dente de marca própria e misturar uma saia da rede espanhola Zara e luxuosíssimos sapatos Christian Louboutin. E quando quer obter informações sob um produto pesquisa na rede, confere as opiniões dos usuários em fóruns e blogs, participa de midias sociais. Para as marcas, passa a ser corriqueiro viver sob o constante estresse da escolha e da crítica do consumidor.

Esse consumidor pode optar por comprar um iPad ao invés de um laptop, pode usar uma pasta de dente de marca própria e misturar uma saia da rede espanhola Zara e luxuosíssimos sapatos Christian Louboutin. E quando quer obter informações sob um produto pesquisa na rede, confere as opiniões dos usuários em fóruns e blogs, participa de midias sociais. Para as marcas, passa a ser corriqueiro viver sob o constante estresse da escolha e da crítica do consumidor.

"A complexidade deste novo cenário é inegável, mas as marcas que agirem com autenticidade e clareza sairão em vantagem no caminho da construção de uma marca sólida", diz Pinedo.

A Interbrand, consultoria de gestão de marcas, publica o ranking das 100 maiores marcas – o Best Global Brands - baseada em uma metodologia exclusiva. O valor da marca é uma representação financeira do que a marca significa para os ganhos de uma empresa. O cálculo leva em conta três fatores: os ganhos financeiros obtidos pelas empresas com suas marcas, a preferência dos consumidores pela marca e estimativas sobre a capacidade da marca de gerar ganhos no futuro. Todas as marcas que integram o ranking devem ser empresas de capital aberto, com dados financeiros publicados e um terço de seu faturamento realizado fora do país de origem.

A íntegra do Best Global Brands 2010 está disponível, juntamente com análises e metodologia, em http://www.thebestglobalbrands.com.

As dez marcas mais valiosas
1. Coca-Cola: US$ 70,4 bilhões
2. IBM: US$ 64,7 bilhões
3. Microsoft: US$ 60,8 bilhões
4. Google: US$ 43,5 bilhões
5. GE: US$ 42,8 bilhões
6. McDonald´s: US$ 33,5 bilhões
7. Intel: US$ 32 bilhões
8. Nokia: US$ 29,4 bilhões
9. Disney: US$ 28,7 bilhões
10. HP: US$ 26,8 bilhões
Fonte: Interbrand – Best Global Brands 2010

O valor das marcas em 2010

• As que mais ganharam

• Apple +37%
• Google +36%
• BlackBerry +32%
• J.P. Morgan + 29%
• Allianz +28%

• As que mais perderam

• Harley Davidson -24%
• Toyota -16%
• Nokia -15%
• Dell -14%
• Citi -13%
Fonte: Interbrand – Best Global Brands 2010

Dica Olympus: Fotógrafo ensina como comprar uma câmera digital compacta


Ivan Padovani explica o que significa cada especificação do produto para que o consumidor adquira o modelo que melhor se encaixe no perfil dele

 Qual câmera eu levo? Essa é uma pergunta freqüente feita pelos consumidores no momento em que vão adquirir uma câmera digital. Como há muitos atributos nos produtos que, muitas vezes, são desconhecidos pelo público, a maioria opta por comprar a câmera que tiver mais Megapixels. Porém, nem sempre é esse critério que vai ajudar o consumidor a levar para casa o produto que atenda às necessidades dele.
Para ajudá-los nessa difícil missão, o fotógrafo consultor da Olympus Ivan Padovani explica o que significam as principais especificações das câmeras digitais compactas:

Megapixel e qualidade de imagem
Muitas pessoas acreditam que a qualidade da imagem tem relação somente com a quantidade de Megapixels que a câmera oferece. Porém, essa analogia não é verdadeira. Existem outros fatores que devem ser levados em consideração, como fidelidade de cor, pouco ruído em situações de baixa luminosidade e um bom conjunto óptico.

Estabilizador de imagem
A maioria das câmeras oferece esse recurso e é muito útil para evitar que a foto saia tremida, principalmente em situações de baixa luminosidade ou quando se usa muito zoom.

 Zoom óptico
Esse é um fator importante a ser considerado, pois diz respeito à capacidade que a lente tem de aproximar o assunto fotografado.

Shutter Delay
É o tempo entre o ato de pressionar o botão de disparo e o registro da foto propriamente dito. É importante que não haja um shutter delay grande para que não se perca as cenas espontâneas devido à demora na tomada da fotografia.
 "Para que o consumidor encontre a câmera ideal para ele, é importante que leve em consideração as situações em que pretende submeter o produto, os recursos que realmente vai utilizar e se a ergonomia do modelo é boa para a mão dele", explica Ivan Padovani.
Pensando nisso, a Olympus tem em sua linha de produtos um modelo de câmera compacta para cada necessidade:

 T-100: 12MP de resolução, zoom óptico de 3x, possui quatro Filtros Mágicos (Arte Pop, Olho Mágico, Olho de Peixe e Desenho), é vendida nas cores preta, prata e vermelha pelo preço sugerido de R$ 399

Stylus 550 WP: 10MP de resolução, zoom óptico de 3x, é à prova d'água (3m) e pode ser encontrada nas cores preta, azul e verde, pelo preço sugerido de R$ 499.

Stylus Tough 3000: 12MP de resolução, zoom óptico de 3,6x, é resistente ao choque  (1,5m), frio (-10ºC) e água (3m) e é comercializada nas cores metálicas rosa, vermelha, azul e verde a R$ 1.299.

 Ivan Padovani
É fotógrafo profissional desde 2001 e desenvolve trabalhos nas áreas de fotografia documental, esportes de aventura e natureza. Suas fotos vêm sendo publicadas na Revista da Folha, Trip, TPM, Espresso, entre outras. Em 2008, foi premiado pelos concursos Itaú BBA e SOS Mata Atlântica. Contato pelo e-mail foto@ivanpadovani.com.

 Sobre a Olympus
A Olympus é uma das maiores empresas no mercado de máquinas digitais fotográficas. É formada por mais de 140 companhias subsidiárias consolidadas em todo o mundo gerando 33 mil empregos diretos. Seus produtos seguem os mais rigorosos padrões de qualidade do mundo. No Brasil, as câmeras Olympus estão presentes há 44 anos e desde outubro de 2007 a empresa mantém uma estrutura local voltada exclusivamente para o negócio de câmeras digitais. O objetivo é aumentar a competitividade da empresa no País e crescer em participação de mercado. A Olympus é reconhecida pela tecnologia e design moderno e inovador, com a utilização de diversas cores e equipamentos resistentes à água e choque. Em 2009, lançou a câmera E-P1, uma versão moderna da Pen fabricada na década de 60. Com o modelo, instituiu uma nova categoria de câmeras digitais com tecnologia DSRL em um corpo compacto e lançou a tecnologia Micro Four Thirds Lens, lente reflex com diâmetro reduzido para permitir a utilização de modelos menores e mais leves. Para conhecer outros produtos acesse: www.olympus.com.br

1º Congresso Latino-Americano de Educação Financeira

A Federação Brasileira de Bancos - FEBRABAN - EA Federação Latino-Americana de Bancos - FELABAN - Vao Realizar , em São Paulo , Dias n º s 21 e 22 o de Outubro, o 1 º Congresso Latino- Americano de de Educação Financeira. Especialistas de Toda UMA Região Vão discutir UMA Educação Financeira Num Cenário de e Crescimento Emergência de Uma Nova Classe Média .
                                                                                                                                                        
O OBJETIVO e Debatedor o OSU Consciente do Dinheiro e bis Orientação a Respeito de Serviços Produtos e Bancários . hum Com Crescente Inclusão Bancária ocorrida nsa Ultimos Anos nsa paises da Região , hum DISCUSSÃO UMA temas Respeito Desses e Muito Importante Parágrafo Bancos , governos e entidades ligadas AO ensino Público e Privado .O 1 º Congresso Latino-Americano de Educação Financeira tratará , los Painéis SEUS , de temas Como Educação Financeira e Cidadania , Educação Financeira NAS Escolas, com Relacionamento Estratégicos Públicos e Consumo Consciente . O Como dez Evento Patrocinadores Citi Fundação , Citi, Itaú Santander e .

A Seguir , Uma Lista dos nomos JÁ confirmados Parágrafo Os Dois Dias debates de :
Julieta de Guarin, gestora deØ Finanças n. Cambio , da Colômbia Por Dividendo (Colômbia);
Wanda Engel, superintendente do Instituto Unibanco ( Brasil); Giovanna Prialé , Responsável Pela Gerência de Produtos eØ Serviços AO Usuario da Superintendência de Banca , Seguros e administradoras de Pensões Fundos de Fazer (Peru), Peru;
Enrique Dávila Beltran, Diretor da Bancos Associação de doØ Peru ( Peru); Mara Luquet, Jornalista da rádio CBN e editora da LetrasØ & Lucros (Brasil);
Stungiki Ana Maria , Diretora da Fundação de e DesenvolvimentoØ Ensino - FDE ( Brasil);
Flaherty Pam, Presidente do Citi Foundation (EUA ); Aidar Fernanda , Coordenadora do Projeto Família nao Azul,Ø Projeto Arrastão (Brasil); Boris Buvinic Guerovich , gerente Itaú Geral do do ChileØ (Chile);
Sardenberg, Jornalista TV Globo da , CBN Rádio eØ Jornal O Estado de S. Paulo ( Brasil); Gema Sacristan , Sênior Investiment OfficerØ & BeyondBanking Program Manager da Divisão de Mercado Financeiro Corporativo e Estruturado , Finanças Banco Interamericano de Desenvolvimento (EUA ); Tymothy Flake, Executivo Diretor - não sonhos Portas parágrafo FundoØ (EUA );  Marinho Ricardo , Presidente da Federação Latino -Americana deØ Bancos - Felaban (Brasil);  Alexsandro Broedel , Diretor da Comissao Mobiliários de ValoresØ - CVM (Brasil);  José Miguel Domínguez Camacho, subdiretor de Enlace e CulturaØ Financeira, Bancos Associação de do México ( do México); Marisa Eboli, professora da Universidade de São Paulo - USPØ (Brasil); Silvia Singer Sochet , Diretora -geral do Museu Interativo deØ Economia (México ); Aquino Cássia D ', Especialista em Financeira Educação e MEMBROØ Correspondente do International Association for Citizenship , e Social Educação Economia - IACSEE (Brasil); Eduardo Sibaja , Diretor - Geral do Consejo Nacional de reitoresØ da Costa Rica (Costa Rica);
Jennifer Mcgowan , Executiva da Latina Região América VISA eØ Caribe (EUA ); Ricardo Humberto Rocha , professor de Finanças do Instituto deØ Ensino e Pesquisa - Insper (Brasil); Loreto Muriel García, Diretora do Programa de EducaçãoØ Financeira, o Banamex " , Saber Cuenta "( México); Uriel Negrete Galiza, Diretor do Programa de EducaçãoØ Financeira, o BBVA Bancomer , " Adelante com Futuro tu " (México ); Cohen Monique , Presidente da Oportunidades de Microfinanças ( EUA).
                                  
SERVIÇO 1º Congresso Latino-Americano de Educação Financeira
Dias e 21 22 de Outubro de 2010
Alameda Santos , 1437 - São Paulo-SP
Informações
www.febraban.org.br