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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Crédito pessoal e capital intelectual


O Brasil sempre foi observado como o país do futuro, mas promessa costuma perder o encanto quando demora a se concretizar. Isso já provocou algumas considerações e críticas, como por exemplo: O Brasil é o país do futuro e sempre será!

 
Como brasileiros, também somos críticos, fazemos nossos comentários contundentes, mas que ninguém de fora se arrisque a fazer o mesmo perto de nós! Consideramos esse ato uma exclusividade nossa. Ficamos exaltados e saímos em defesa do país e de nosso povo.

 
Temos, inclusive, comerciais demonstrando essa nossa veia verde-amarela.

 
Quando questionados sobre as origens, muitos não se dizem brasileiros, mas resgatam a nacionalidade dos antepassados. Italianos, franceses, alemães, espanhóis, portugueses, eslavos, russos, e assim, não importa há quantas gerações as famílias estão no Brasil, a referência é estrangeira.

 
Recebemos todos de braços abertos e até destacamos "certa superioridade" do estrangeiro. Quem sabe por timidez.

 
Não no futebol, Fórmula Um, voleibol, e algumas áreas onde somos reconhecidamente excepcionais. Para que nos valorizemos não podemos apenas ser bons, precisamos ser muito bons. Um erro.

 
O estrangeiro vem ao Brasil a passeio e não fala a nossa língua. Damos um jeito, "nos viramos nos trinta" e falamos a língua deles. Não contamos ponto!

 
Vamos a um país estrangeiro. Eles sequer se esforçam para nos entender. Damos um jeito e, quando não falamos a língua deles, nos viramos em espanhol ou inglês. Não contamos ponto!

 
Precisamos efetivamente descobrir e exercitar nossos valores.

 
A participação de nossas exportações no comércio mundial tem se mantido na casa de 1%. Já estivemos melhores. Há 50 a participação chegou a 2%. É uma expertise que nossas pequenas empresas ainda não desenvolveram, pois, juntas, não atingem 3% das vendas ao exterior.

 
Se nossas micros e pequenas empresas correspondem a mais 99% dos 5,8 milhões de negócios formais do país e empregam mais de 52% de trabalhadores com carteira assinada, o que corresponde a 13.1 milhões de empregos, o que estamos fazendo com nosso capital intelectual?

 
Ouvia e lia esta semana algumas queixas sobre a imigração para o país e o emprego de estrangeiros. Uma das vozes dizia que somos competentes e não precisamos de profissionais vindos de fora. Eu digo que temos adicionar competência.
Falamos em educação, mas nos ressentimos de pessoas efetivamente preparadas.

 
A evolução do ser humano provoca a evolução das sociedades, inserido nela está a empresarial. Uma sociedade empresarial evolui ou desaparece.

 
Precisamos exportar não apenas produtos naturais, matérias-primas brutas, mas inteligência.

 
Para isso o mercado, escolas e empresas com o compromisso dos trabalhadores, terá que se por em estado colaborativo. O compromisso terá que ser a excelência do que se faz.

 
A terra da oportunidade cobra o compromisso da realização. O homem extrapola a dedicação e desenvolve a consciência.

 
No mercado, não basta estar presente é necessário se fazer presente.

 
Nas nossas empresas, o turn over não pode ser de pessoas, mas de idéias. Criar, desenvolver, reter e aplicar o capital intelectual é fundamental para o sucesso do empreendimento, do mercado, do país e, consequentemente, do nosso povo. Assim poderemos efetivamente exportar mais e aproveitar a oportunidades do mundo globalizado.

 
Nesse processo, é importante observar que talentos, ao trocarem de empregos, não deixam empresas, deixam pessoas.

 
Os fatores que os levam em busca de novos horizontes são oportunidades para desenvolverem seu potencial.

 
O que os retém é crédito pessoal. Poder ver e crer que os gestores de sua organização estão empenhados na construção de um futuro do qual querem participar.

 
Ivan Postigo

FALTA DE INSUMOS “VERDES” PARA A INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS PREOCUPA MERCADO


 A demanda da indústria de cosméticos por insumos naturais vem crescendo a cada dia. No entanto, nas últimas semanas, a falta de matéria-prima coletada em comunidades amazônicas, como a semente de murumuru e o buriti, tornou-se uma das grandes preocupações de empresas do setor. Segundo a cooperativa dos produtores locais de Pimenteira, no Pará, o valor do quilo do murumuru, por exemplo, passou de R$ 2,70 em junho para R$ 2,85 neste mês. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil, a alta está relacionada à forte seca que afeta a região, a segunda maior da história.

 
Ao contrário das expectativas deste cenário, a Beraca, uma das líderes globais no fornecimento de insumos provenientes da biodiversidade brasileira para o mercado farmacêutico e de cosméticos, mostra que está preparada para enfrentar adversidades. Para Filipe Sabará, Diretor de Negócios da companhia, "a sazonalidade da produção nem sempre é compatível com as necessidades de compra da empresa, porém a previsão e gerenciamento das comunidades são fundamentais para um relacionamento comercial bem sucedido". Segundo ele, a Beraca planeja sua "distribuição sempre respeitando o ciclo natural de cada insumo e em sintonia com as comunidades amazônicas". Atualmente ela fornece, entre outros insumos, o murumuru e o buriti, e ressalta que está com a safra plena desses ativos para 2010 e que não teme nenhum tipo de problema com sua lista de clientes, da qual fazem parte grandes players como Estée Lauder, L´Occitane, L´Oréal, Natura, etc. "Estamos prontos para alcançar nossos objetivos este ano, que convergem para um crescimento de 14% dos negócios da empresa", concluí Sabará

Vale Florestar planta 31milhões de mudas em 4 cidades do Pará


A Vale Florestar S.A, que atua no setor de  reflorestamento, comemora o plantio de mais de 31 milhões de árvores em quatro cidades paraenses: Paragominas, Ulianópolis, Dom Eliseu e Rondon do Pará. Juntas, as plantações somam mais de 28 mil hectares, o equivalente a mais de 28 mil campos de futebol profissional. As árvores plantadas são clones de eucalipto, melhoradas geneticamente e com grande resistência a pragas e doenças, em sua maioria, selecionadas em experimentos da própria Vale no Estado do Maranhão. O gerente geral do Vale Florestar, José Flávio Alves, explica que também já estão sendo feito plantio em escala experimental de algumas espécies amazônicas. "Estamos avaliando os aspectos de cultivo, produção e desenvolvimento de espécies como Paricá, Castanheira e Seringueira.

A Vale Florestar S.A nasceu como um projeto da Vale em 2007, mas atualmente conta também com a participação do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), dos fundos de Pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal ( Funcef) e da Petrobras (Petros), que em maio deste ano, juntos formaram uma Sociedade de Propósito Especifico para investimento em reflorestamento. O objetivo do fundo é atrair investimentos de longo prazo para a expansão dos empreendimentos florestais. "A expectativa é de que este modelo atraia indústrias de base florestal e que elas disseminem na região a atividade de silvicultura em bases sustentadas, contribuindo para reduzir a pressão sobre a mata nativa", explica o gerente geral.

A área de atuação do projeto abrange os municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins, que, segundo o Macrozoneamento Ecológico-Econônico (MZEE) do Estado do Pará, estão localizados em uma zona de consolidação e expansão das atividades produtivas, sendo permitido, portanto, o uso de até 50% das áreas para reflorestamento.

Desde que entrou em operação, já foram arrendadas 64 fazendas, totalizando uma área de 95 mil hectares, divididos da seguinte forma: 59,5 mil ha são destinados à proteção e recuperação de florestas nativas, 32 mil ha à implantação de florestas industriais e o restante à implantação da infraestrutura necessária ao plantio e outros usos.

A meta é proteger e regenerar aproximadamente 350 mil hectares de florestas nativas (reserva legal e áreas de preservação permanente) e plantar 150 mil hectares de florestas industriais. A operação da Vale Florestar mantém hoje em atividade cerca de 1.600 empregados diretos.

CAS avalia US$ 134 milhões em projetos


 O Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS) realiza nesta quinta-feira, 4, às 15h sua 247ª reunião para a análise de 38 projetos industriais e de serviços, sendo 10 de implantação e 28 de ampliação, atualização e diversificação. A previsão é que os projetos somem investimentos fixos de US$ 134,912 milhões com previsão de gerar 2.316 novos empregos nos próximos três anos.
O projeto com maior valor de investimento fixo é o de diversificação da Digibras Indústria do Brasil S/A com US$ 50,447 milhões para produção de unidade acionadora de disco magnético rígido (HD) com um adicional de 33 novos empregos.  Com investimentos fixos de US$ 23,973 milhões e geração de 141 empregos diretos, a Continental tem projeto de implantação para produção de rastreador/mobilizador para veículos automotores (GPS).
Outro destaque é o projeto da Whirpool Eletrodomésticos (Brastemp) para a produção de máquinas de lavar louças, no valor de US$ 2,567 milhões com geração prevista de 78 postos de trabalho.

 
LCD
Novos projetos de implantação foram apresentados para o segmento de dispositivo de cristal líquido para TVs (displays de LCDs). A Brivictory do Brasil tem previsão de investir US$ 6,360 milhões com 236 novos empregos gerados para a produção do display e a Semp Toshiba Componentes soma investimentos de US$ 5,722 milhões com 365 postos. Uma vez implantados os dois projetos fortalecem o adensamento da cadeia produtiva do TV de LCD, uma vez que o display representa 50% dos custos de produção. Atualmente quatro empresas têm projetos aprovados para a produção do display. A Philips é a única que está em produção e a Digiboard, Samsung e H-Buster estão em fase de implantação.
Para a superintendente da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Flávia Skrobot Barbosa Grosso, a pauta desta 247ª reunião é um exemplo da confiança dos empresários em investir no PIM. Ela destaca que os investimentos em projetos industriais de implantação, diversificação, ampliação e atualização no PIM devem chegar, ao final deste ano, a um volume de até US$ 800 milhões, contra os US$ 401,534 milhões aprovados pelo Conselho em todo o ano passado. "A SUFRAMA empenha-se cada vez mais na atração de novos investimentos estratégicos que gerem emprego e renda no PIM", afirma. 

FGV-EAESP e Walmart realizam a 49ª Feira de Marketing – produtos sustentáveis


 A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas com o apoio do Walmart realizará na próxima sexta-feira, 5, a Feira de Marketing de produtos sustentáveis. O evento, que já está em sua 49ª edição mostrará produtos inovadores que seguem os conceitos de sustentabilidade elaborados pelos alunos do quinto semestre de Administração de Empresas. Entre eles:

 
Cosméticos Sustentáveis: Uma linha de produtos de higiene/cosméticos com embalagens personalizadas e sistema de Refil; com materiais e políticas sustentáveis; Produto de limpeza doméstica, permite a limpeza a seco, sem a utilização de água; Copos refrigeradores, que possam refrigerar o conteúdo rapidamente, a partir de uma combinação de fluídos presentes no copo. Dessa forma, o copo, feito com materiais sustentáveis, substituirá a utilização de refrigeradores convencionais; Salsicha Orgânica, um produto totalmente orgânico, com a cadeia de fornecedores gerenciada. Assim, os suínos utilizados para a produção são tratados com alimentação orgânica e os condimentos vêm de cooperativas orgânicas;  
Equipamentos para Academia, os equipamentos utilizam a energia mecânica direta gasta nos exercícios físicos para produzir energia elétrica, que por sua vez será armazenada em baterias de chumbo; Inseticida, produto totalmente natural que consiga resolver os problemas enfrentados por produtores agrícolas, sem causar prejuízo as pessoas e tão pouco as plantações e ao solo; Kombu Tea: Chá gaseificado que possui diversos benefícios à saúde do consumidor. A bebida derivada do chá milenar de Kombucha, além de seu sabor tradicional, possui uma linha com sabores diversificados, procurando atender a demanda crescente por produtos probióticos; EcoGrill: Carvão para churrasco feito de biomassa de casca de café descartada após a extração da semente, a qual será devidamente seca e prensada para ser usada como matéria-prima; Kit para executivos: O kit contém capas para notebooks e celulares, que utilizam como preenchimento a espuma reutilizada de bancos de automóveis ou borracha reciclável, além de malas de mão dobráveis produzidas com material biodegradável; Green Clean: materiais de limpeza básicos para o lar, no formato de cartuchos para serem diluídos em água da própria pia e com refis e Garrafa de água maleável, squeeze feita de um plástico super-resistente, maleável e sustentável, e pode ser lavado na máquina e congelado.

 
O Walmart, além de premiar os três grupos vencedores, promoverá um encontro entre eles com alguns de seus fornecedores para avaliar a possibilidade de apoiar o desenvolvimento e comercialização destes produtos. Na semana da realização do evento, os grupos apresentarão seus produtos e planos de marketing para um corpo de jurados composto por especialistas de mercado e professores do departamento de marketing da FGV-EAESP que levarão em conta critérios como originalidade, viabilidade econômica, grau de inovação e efetividade das estratégias de marketing dos produtos.  

 
No dia 5, das 13h às 16h, serão expostos os trabalhos em evento aberto ao público que poderá votar nas melhores iniciativas em seis categorias, como por exemplo, o melhor produto, o produto mais sustentável e o nome mais criativo. Ao final do dia, haverá a divulgação dos ganhadores selecionados pelo júri e público visitante. A FGV-EAESP está localizada à Rua Itapeva, 432.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Philips transfere atividades para escritório sustentável e implementa jeito inovador de trabalhar


Com  meta de se tornar empresa líder de saúde e bem-estar, a Philips implementou o conceito Workplace Innovation que  estimula a integração das pessoas, o uso de tecnologia de ponta e proporciona mais qualidade de vida, tudo aliado a sustentabilidade das atividades
 
A Philips oferece em seu portifólio produtos nas áreas de iluminação, cuidados com a saúde e consumo e estilo de vida, que visam proporcionar saúde e bem-estar às pessoas. Em linha com o objetivo de ser líder em saúde e bem-estar, a Philips do Brasil apresenta sua maneira inovadora de trabalhar dentro do conceito Workplace Innovation (WPI). O objetivo desse conceito é tornar o ambiente de trabalho um local onde as pessoas tenham todas as condições de trabalhar de maneira inteligente, eficiente, sustentável e ao mesmo tempo com mais qualidade de vida.
Por meio do design e de uma nova filosofia de gestão a Philips revoluciona a sua forma de trabalhar, proporcionando equilíbrio entre a vida pessoal e profisisonal. Tudo para alinhar ainda mais o seu dia-a-dia á sua missão de ser a empresa líder em saúde e bem-estar. Não ter mais estação de trabalho fixa, interagir com as diversas áreas da empresa, conscientizar-se para o uso do squeeze em vez do copinho plástico, usufruir de espaços diferenciados para as atividades diárias, contar com tecnologia de ponta para a comunicação, imprimir menos papel, horários flexíveis  e  home office como opção de trabalho,  escolher a escada em vez do elevador. Essas são algumas das características da nova realidade de trabalho da Philips. Um conceito global desenvolvido especialmente para a empresa, que estimula seus funcionários a transformar, por completo, a forma de executar as atividades e a viver a sustentabilidade todos os dias. Essa mudança acontece mundialmente  e o Brasil é um dos 7 países, único da América Latina, que já adotou o WPI. Os outros países que já o adotaram são: EUA, Turquia, Holanda, China, Índia e Suécia. Outros 36 projetos estão em desenvolvimento em todo o mundo, seguindo guidelines de sustentabilidade, inovação e mobilidade.
O projeto brasileiro proporciona uma estrutura moderna que contempla um novo escritório – modelo único na América Latina -  tecnologias que permitem integração total entre todas as equipes, tanto do Brasil quanto do exterior, e critérios de sustentabilidade que visam à certificação da Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), da US Green Building Council, na categoria escritório verde. Todo o trabalho de implementação do WPI busca o equilíbrio de três pilares fundamentais: Pessoas, Ambiente e Tecnologia, ingredientes fundamentais para uma receita equilibrada de produtividade e qualidade de vida.
"O WPI é um dos principais pilares para nos ajudar a atingir a meta de nos tornarmos uma empresa líder em saúde e bem-estar. A Philips adotou novos conceitos que reforçam o foco em sustentabilidade, inovação e mobilidade e tem como principal expectativa a prática desses princípios. Nosso maior desejo é proporcionar bem-estar aos nossos funcionários, clientes e parceiros, estimular a consciência e a responsabilidade socioambiental, mostrar que é possível atuar no mercado de trabalho com muita competitividade, porém com respeito aos nossos valores.  Queremos que cada um faça sua parte dentro e fora da empresa, contribuindo para um planeta melhor e mais sustentável", afirma o presidente da Philips do Brasil, Marcos Bicudo.
Na prática, as mudanças foram incorporadas meses antes da mudança, com treinamentos e preparação dos funcionários para a nova realidade, limpeza geral do escritório antigo – reciclando toneladas de papel – e construção do escritório em si, uma obra limpa, onde tudo foi feito de maneira adequada, visando a economia de recursos e descarte adequado de materiais.  Os cuidados com cada detalhe foram minuciosos, 35 espaços foram analisados antes da escolha final. Fatores como a localização, o suporte de tecnologias e as rotas para o transporte ajudaram a determinar a escolha do novo escritório, que agora está no Castelo Branco Office Park, em Barueri (SP).
São oito mil m2 distribuídos por quatro andares. Não há mais diferenciação estrutural hierárquica e poucas pessoas têm estações de trabalho fixas, o que permitirá ao funcionário integração com todas as equipes e flexibilidade de trabalhar no espaço que melhor lhe for útil para determinada atividade, inclusive em casa, se for necessário. Um dos andares é dedicado aos serviços, como agência bancária, ambulatório, Espaço Mais Vida (relaxamento e massagem), salas de treinamentos e lanchonete.
Os projetos de arquitetura, iluminação e tecnologia foram as principais ferramentas que permitiram a implementação do conceito WPI da Philips. O novo espaço foi desenvolvido com foco  na necessidade dos usuários. Os ambientes de trabalho foram dimensionados, iluminados e mobiliados de acordo com a atividade que será realizada naquele local. O projeto de iluminação contempla o que há de mais moderno no portfólio mundial da Philips. Os recursos têm iluminação com LEDs, sensores de presença e sistemas de luz dinâmica que permitem uma ambientação personalizada capaz de simular diversas variações de luminosidade. As luminárias aplicadas são de design futurista, algumas inéditas no Brasil, e permitem, além da sensação de bem-estar para o trabalho, a economia eficiente de energia.
Para garantir os princípios de mobilidade, flexibilidade e produtividade, a Philips disponibiliza aos funcionários uma série de recursos tecnológicos. Há um sistema de conexão completa (seja por e-mail,  compartilhamento de dados, comunicador interno, webmeetings (Connect Meeting e Connect Webmeeting) e conexões para chamadas telefônicas. Assim, fica ainda mais fácil localizar todos da empresa. Há ainda internet sem fio em todos os andares, acesso ao prédio simplificado com cartão inteligente, telefone celular, aplicações para chamadas VoIP gratuitas para chamadas de PC para PC e reuniões virtuais. Além disso, a empresa possui sistema de impressão e digitalização de arquivos central, que estimulará a redução de impressões de uma forma geral, economizando o uso de papel e estimulando uma rotina sustentável.
O novo ambiente de trabalho, além de ser um show case da empresa, reforças um valor essencial da Philips que é depender um dos outros. A liberdade , a responsabilidade e busca por resultados excelentes fazem parte do conceito do novo escritório da organização.


Instituto Jatobás e Progesa FIA realizarão Diálogo Visionário para Convivência e Harmonia

O Instituto Jatobás, o PROGESA-FIA (Fundação Instituto de Administração) e a FEA-USP se reúnem com grandes nomes do mercado para debater sobre a Sustentabilidade e a busca para uma convivência em harmonia
 
No dia 22 de novembro de 2010, das 08h45min às 13h, no auditório da FEA (Faculdade de Economia e Administração) da USP em São Paulo, acontece o Diálogo Visionário para Convivência e Harmonia. Uma iniciativa do Instituto Jatobás, da Progesa FIA e da FEA-USP, o encontro é aberto a todos os interessados e reúne grandes nomes do mercado e da universidade para discutir ideias sobre como podemos viver de maneira sustentável.
 
A intenção do debate é colaborar com a construção de agenda visionária de condutas e práticas para convivência e harmonia entre pessoas, comunidades e organizações, com base no uso equilibrado de recursos econômicos, ambientais e sociais por tempo indeterminado.
 
O encontro marca o início das atividades para o "Fórum de Cultura da Sustentabilidade - Convivência e Harmonia", que será realizado em março de 2011 em Botucatu, conta com o apoio da Unesp.
 
A organização do evento é da Agência de Relações Públicas Conversa Sustentável e conta com o apoio da Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, ESPM Social e do Programa Nacional das Nações Unidas (PNUMA).
 
Entre as presenças confirmadas para a mesa de debates estão o Professor da FEA USP e Coordenador do PROGESA FIA Isack Kruglianskas; Presidente do Instituto Jatobás Betty Feffer; Professor João Salvador Furtado, autor do livro Sustentabilidade Empresarial - Guia de Práticas Econômicas, Ambientais e Sociais; Lia Diskin, co-fundadora da Associação Palas Athena - Centro de Estudos Filosóficos e Editora, e premiada, internacionalmente, por sua contribuição na promoção da Educação para Não Violência e para a Cultura da Convivência; Fernando Veiga, coordenador de serviços ambientais da The Natural Conservancy (TNC); Ronaldo Seroa da Motta, Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e autor do livro Economia Ambiental; Professor Ladislau Dowbor, Presidente do Conselho do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP.
 
A palestra acontece das 08h45min às 12h30min, na Sala da Congregação da FEA-USP, na Av. Professor Luciano Gualberto, nº 908, na Cidade Universitária. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail eventos@conversasustentavel.com.br ou telefone + 55 11 4108 4064. As vagas são limitadas.

Especialista internacional fala sobre qualidade de água na FIMAI, em novembro


Porque utilizar sondas para medição da qualidade da água? O que se espera do monitoramento da qualidade das águas em um processo industrial? Para responder a estas e outras perguntas, o especialista internacional em qualidade da água, Marcus Meckelman, estará presente no dia 9 de novembro, às 14h, durante a XII Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade (FIMAI), no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo. Ele palestrará sobre o tema: "Qualidade da água em rios, voltada para a indústria". O profissional vem ao Brasil a convite da Ag Solve, empresa especializada em instrumentação ambiental, presente há mais de 12 anos no país.

 
Meckelman é o atual responsável pela área de qualidade da água da OTT Hydromet, uma das maiores empresas de hidrologia do mundo, que tem como uma de suas representantes, a Ag Solve, no Brasil.

 
Entre os projetos que Meckelman realizou pelo mundo e apresentará para o público da FIMAI, está a rede de monitoramento da qualidade da água na costa noroeste da Espanha, incluindo transmissão de dados em tempo real, através de 18 bóias autarcas. Ele mostrará também a construção da rede de hidrometria da Romênia, com 625 pontos de medição quantitativa e 67 pontos de medição qualitativa da água; e o monitoramento da qualidade da água no sistema de cavernas de Škocjan, Eslovênia, com 6km de comprimento e 220 m de profundidade, combinando medições pontuais e monitoramento autônomo.

 
Atualmente, Meckelman ocupa o cargo de executivo de Vendas Internacionais e gerente da plataforma de Qualidade de Água. Cuida dos projetos da empresa em toda Europa Ocidental e Oriental, América Latina, e África. Atua fornecendo consultoria técnica para construção e desenvolvimento de projetos na área de hidrometria e hidrologia dentro das linhas de produto da empresa.

XII FIMAI / SIMAI


A XII FIMAI e SIMAI – Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, serão realizados nos dias 9, 10 e 11 de novembro de 2010, no pavilhão azul do Expo Center Norte, em São Paulo.


A feira, que está em sua 12ª edição, abrange todas as novidades e serviços em tecnologia ambiental e é considerada a feira mais importante no setor de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade da América Latina


XII FIMAI / SIMAI
Data: 09, 10 e 11 de novembro
Horário: das 14h às 21h
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme – São Paulo/SP

Advogados públicos federais se encontram em Belém


Licenciamento ambiental, matrizes energéticas, o novo Código de Mineração, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação nos Tribunais, os conflitos com os setores produtivos e uma série de outros assuntos que estão na ordem do dia do debate público no País constituem a pauta do IV Encontro Nacional dos Advogados Públicos Federais (IV Enafe), nos próximos dias 10, 11 e 12 de novembro, no Crowne Plaza, em Belém. O ENAFE é promovido pela União dos Advogados Públicos Federais do Brasil (UNAFE), entidade de classe que congrega Advogados da União, Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda Nacional, Assistentes Jurídicos e Procuradores do Banco Central.
Convidados Estão confirmadas as participações de gestores públicos que ocupam posições estratégicas no Executivo, Legislativo e Judiciário brasleiro e, portanto, qualificam o debate dos temas em pauta, dentre os quais Rômulo Mello, presidente do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), e o deputado Aldo Rebelo, relator do Projeto do Meio Ambiente na Câmara dos Deputados. 
Estará presente também o secretário de Geologia e Mineração do Ministério das Minas e Energia, Claudio Scliar, bem como o superintendente da Sudam, Djalma Mello, e o Dr. Caio Alexandre Wolff , da Asses. de Informações Estratégicas da Advocacia Geral da União (AGU).
Entre as autoridades convidadas estão o prefeito de Belém, Duciomar Costa; a governadora Ana Júlia Carepa; e o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Rômulo Nunes.
No site  http://www.unafe.org.br/enafe/, as razões da escolha de Belém para sediar o evento.


Relação de palestrantes convidados para o IV ENAFE




10/11/2010
Rômulo Mello, Presidente do ICMBIO
Deputado Aldo Rebelo - (Relator Projeto Meio Ambiente) 


Dia 11/11/2010
Dr. Denis Moreira - Advogado da União, Procuradoria da União no Pará
Daniel Otaviano de Melo Ribeiro - Chefe da Procuradoria Federal Especializada
Claudio Scliar - Sec. Geolog. e Mineração MME
Valter Baere - Procurador Federal - Min. Minas Energia.
Gisela Damm Foratini - Diretora Licenciamento
Djalma Mello - Representante SUDAM


Dia 12/11/2010
Dr. Adler Anaximandro de Cruz e Alves - (Coord.Geral Planejamento e Gestão PGF)
Dr. Caio Alexandre Wolff - (Asses. de Informações Estratégicas - Assest).


A reuniões acontecerão no Crowne Plaza e o encerramento será no dia 12, às 18 horas, na Estação das Docas. Mais informações no http://www.unafe.org.br/enafe/
Esse encontro vai aprofundar uma série de temas fundamentais para a Amazônia, sobretudo os relacionados às questões mineral e de meio ambiente.

Assessoria de Comunicação - UNAFE
www.unafe.org.br
61 3032-2334
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Assessoria de Comunicação - UNAFE
Alyne Thacila (Brasília – 61 9264-3563)
Edir Gaya (Belém – 91 – 8898-3264)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

MICROPENHOR DA CAIXA CRESCE 40%


 Versatilidade e simplicidade são características de uma das linhas de crédito mais tradicionais do banco

 
A Caixa Econômica Federal contratou, até outubro, cerca de 6,5 milhões de empréstimos sob Penhor. Destes, 2,5 milhões são referentes ao Micropenhor, modalidade especialmente destinada às pessoas de menor renda, que apresentou um crescimento de aproximadamente 40% em relação ao mesmo período de 2009. A elevação do limite máximo da operação, em março deste ano, de R$ 1.000 para R$ 1.500, é o principal motivo pelo crescimento.

 
O superintendente nacional de Clientes Pessoa Física Renda Básica da CAIXA, Humberto Magalhães, reforça que o Penhor da CAIXA é uma excelente alternativa para toda a população brasileira, correntistas ou não do banco. "Muitas vezes, a pessoa precisa de um recurso para realizar um negócio urgente e tem no Penhor da CAIXA uma alternativa rápida, simples e com juros baixos. Não é necessária a apresentação de avalista e o dinheiro é liberado na hora", lembra Magalhães.

 
Na iminência de completar 150 anos, o Penhor da CAIXA segue popularmente conhecido por características como facilidade, agilidade na contratação e excelente opção para quem busca crédito a juros baixos. A versatilidade é outro fator relevante que se reflete na utilização do empréstimo por diversos públicos, atendendo tanto as expectativas de clientes que buscam, por exemplo, a reestruturação financeira, e encontram no empréstimo um fôlego para reorganizar seu orçamento, quanto a clientes que necessitam de recursos para uma necessidade imediata.

 
Pesquisas da CAIXA revelam que a Região Sudeste responde por 45% dos clientes de Penhor e que o produto é contratado predominantemente por mulheres (cerca de 75%) com idade entre 35 e 50 anos. Cerca de 35% dos clientes são autônomos ou aqueles que têm seu negócio próprio e pelo menos 78% do total dos clientes já utilizaram esse tipo de empréstimo mais de uma vez.

 
COMO CONTRATAR

 
Para contratar uma operação de Penhor basta apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, além dos bens que servirão de garantia, que podem ser joias e outros objetos de valia, como metais nobres, diamantes e relógios ou canetas de alto valor. Para liberação do empréstimo, não é realizada pesquisa cadastral. O limite mínimo é de R$ 50,00 e o máximo de R$ 100 mil por cliente.

 
As agências da CAIXA estão habilitadas para operar com Penhor e podem ser consultadas no sítio da CAIXA (http://www1.caixa.gov.br/atendimento/index.asp). Os prazos de contratação variam de um a 180 dias, renováveis em qualquer uma das 2.100 agências do banco.

 
O Micropenhor é uma modalidade alternativa de crédito fácil e juros mais baixos. Nos contratos de Micropenhor, destinados a clientes com menor renda, o empréstimo é limitado a R$ 1.500 por cliente, com taxa de 1,95% ao mês. Os documentos exigidos, as garantias e os prazos de contratação são os mesmos do Penhor tradicional.

 
HISTÓRIA DO PENHOR EM EXPOSIÇÃO

 
A CAIXA realiza exposição sobre a história do Penhor até o dia 29 de novembro, na Agência Ipiranga, em São Paulo/SP. A exposição é aberta ao público de segunda a sexta, das 10h às 16h, com entrada gratuita. A Agência Ipiranga fica na Rua Silva Bueno, 1884, no bairro do Ipiranga, na capital paulista. Neste ano, a exposição já passou pelas agências Artur Azevedo, Jabaquara e Praça da Árvore.

 
Quando iniciou suas atividades no Rio de Janeiro, em 12 de janeiro de 1861, a então Caixa Econômica da Corte dispunha, além da Caderneta de Poupança, do Monte de Socorro que, como o próprio nome sugere, era o local onde as pessoas buscavam socorro para suas dificuldades financeiras. Esses estabelecimentos, inspirados nos Montes de Piedade europeus, concediam empréstimos sob garantia de joias e metais preciosos, a juros baixos.

 
O sucesso da Caixa Econômica e do Monte de Socorro da Corte fez com que D. Pedro II autorizasse a instalação de empresas semelhantes nas principais capitais de províncias do Brasil. São Paulo e Rio Grande do Sul foram as primeiras províncias a receber esses estabelecimentos, em 1875. O Monte de Socorro, ou Penhor, representava uma saída segura para milhares de pessoas que necessitavam de um empréstimo, mas não podiam obtê-lo num banco comercial.

 
Entretanto, a atividade de penhora de bens ainda não era exclusiva da Caixa. Particulares também podiam explorar esse segmento. Mas, com raras exceções, esses estabelecimentos quase sempre lesavam seus clientes. Somente a partir de 1934, o Penhor passou a ser exclusividade da CAIXA.

Ecoeconomia no TEDx Amazônia


 Em sintonia com a valorização das idéias, o Santander Brasil participará de duas formas do TEDx Amazônia, que acontecerá nos dias 6 e 7 de novembro, no auditório flutuante do Amazon Jungle Palace (Av. Coronel Teixeira, 1320), às margens do Rio Negro.  Além de patrocinar o evento, o banco marcará presença com a apresentação de Hugo Penteado, economista-chefe da Santander Asset Managment e especialista em ecoeconomia. Com a palestra "Economia Ecológica e Sustentabilidade", Hugo fará um resumo dos problemas socioambientais criados pelo atual sistema econômico, mostrando como a teoria econômica tradicional ignora os fatores sociais e ambientais em suas teorias.


 
Para Hugo, o uso de leis da física de 200 anos atrás continuam influenciando na direção errada as políticas dos governos e empresas, tornando-os cegos em relação ao desastre ambiental que acabará se tornando um grande empecilho na sua meta de maximizar lucros. "Temos um desafio enorme pela frente. Estamos assistindo a uma escalada dos problemas sociais, ambientais e econômicos. Há uma urgência de mudanças e de caminhos diferentes", avalia o economista.

 
Os TEDx são eventos independentes organizados com licença do TED, conferência anual criada nos Estados Unidos há 26 anos com o objetivo de compartilhar experiências que contribuam para um mundo melhor. Com grande popularidade, a iniciativa já teve entre seus palestrantes figuras como Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore e Michelle Obama. No ano passado, o Banco também patrocinou o TEDxSP, o primeiro evento desse tipo no Brasil, em São Paulo. Neste ano, a instituição patrocinou o evento que aconteceu no Rio de Janeiro para o público em peral. Além disso, em São Paulo, organizou o TEDx Santander para os seus funcionários.

Vale lança pacote de cursos internacionais para fornecedores


A Vale oferece mais um pacote de cursos online da Harvard Business Publishing (HBP) para seus fornecedores. A parceria foi fechada com a Consist, representante da HBP no Brasil. São 13 cursos com foco em capacitação e desenvolvimento de líderes, tais como negociação, gerenciamento, tomada de decisão e comunicação. Os treinamentos fazem parte do Inove, programa da Vale de estímulo à economia local para o fortalecimento da sua cadeia de fornecedores. As inscrições são feitas pelo site: www.conhecimentoonline.com.br/inove.
Os treinamentos, com carga horária entre oito e dez horas, fazem parte do pacote The Essential Leader (TEL). O público alvo são, especialmente, gestores das pequenas e médias empresas que fornecem produtos ou serviços para a Vale. A inscrição e os cursos serão integralmente feitos pela internet, o que possibilita o treinamento em horários variados, conforme a disponibilidade dos alunos.
"Os cursos oferecidos pelo Inove fazem parte da estratégia do programa de qualificar os fornecedores regionais da Vale, a fim de torná-los mais competitivos e preparados para atenderem não só as demandas da Vale, mas o mercado como um todo", destaca Ricardo Luiz, gerente do programa Inove.
Os fornecedores interessados no treinamento investirão R$ 236,75 por dois meses de acesso a cada um dos cursos. Ao final da aprendizagem, o participante receberá um certificado emitido pelo Inove com o selo da Harvard Business Publishing. O TEL conta com vídeos em inglês, todos com transcrições em português. Além do conteúdo do curso em português, o TEL possui textos adicionais para leitura, em inglês.
A parceria com a Consist reforça as ações de educação do programa Inove. Após um ano de seu lançamento, a plataforma de treinamento já recebeu mais de 3 mil inscrições e 1.760 cursos já foram concluídos. Com este lançamento, a plataforma passa a contar com 88 cursos online.

Inove

Em 2008, foi lançado o Inove, programa voltado para pequenos e médios fornecedores visando à melhor qualificação dessas empresas. O Inove conta com linhas de crédito com taxas mais vantajosas e cursos online de qualificação com baixo custo para os fornecedores, com o objetivo de torná-los mais competitivos e fomentar a realização de novos negócios. Desde o início do programa foram liberados mais de R$ 170 milhões em financiamentos beneficiando cerca de 200 fornecedores. Com todas estas ações, a Vale espera ter fornecedores mais capacitados e, com isso, aumentar cada vez mais o índice de compra de produtos e serviços locais.