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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Transformando plástico em combustível


Empresário diz ter encontrado solução

Parece uma solução de ficção científica para muitos dos problemas energéticos do mundo - uma máquina que pode converter plástico em combustível líquido.

Um empresário do Alasca acha que o conceito pode funcionar. Ele é dono de
uma empresa de reciclagem e de um resort. E faz suas experiências em uma sala nos fundos de seu escritório na Richardson Highway, perto do Polo Norte. 

Sua maquininha é japonesa e se chama Blest. Ele não acredita que ela seja
uma solução mágica, mas acha que pode ter um papel importante para tirar plástico de aterros e contribuir com combustível relativamente barato para o Alasca.

Karl conseguiu produzir cerca de 4 litros de combustível com cinco quilos de
plástico. "Pode não funcionar para todo mundo, mas é bom para uma comunidade", ele afirma, de acordo com o Fairbanks Daily News-Miner. Ele ganhou uma reputação de empresário inovador ao converter seu resort em um negócio quase inteiramente movido a energia térmica. Com a empresa de reciclagem, vem coletando papel, vidro e metais das proximidades. E durante meses, amontoou plástico em seu escritório, para curiosidade dos vizinhos. "Fui muito criticado, mas acho que poderei rir por último", diz ele. 

A máquina japonesa, que custa U$ 16 mil e cabe em cima de uma mesa, trabalha
como um moinho. Diversos plásticos, de isopor a garafas vazias, são colocadas dentro de uma cuba aquecida eletricamente a 800 graus, fazendo com que o plástico se transforme em um gás. O gás passa por um tanque de água, onde se resfria e se converte em combustível.

Karl diz que precisa de um quilo de plástico para fazer um litro de
combustível. Para tanto, ele usa 3 kilowatts de energia, o que se traduziria em um custo de cerca de U$ 0.50 por litro. 

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