Novas pesquisas, segundo o Tree Hugger, mostram que, mesmo em seus remotos domínios árticos, a exposição a toxinas e substâncias químicas tornaram os ursos polares as criaturas mais contaminadas do planeta.
O problema começa na Europa, Ásia e América do Norte, onde poluentes industriais e agrícolas são liberados no ar e na água. Correntes marinhas e atmosféricas levam estes poluentes para o norte, e eles acabam estacionando no Ártico.
Uma vez lá, começa o processo de magnificação. Pequenas formas de vida no começo da cadeia alimentar consomem as toxinas e as substâncias químicas. Estes pequenos organismos são consumidos, e o mesmo acontece com seus predadores. O processo continua até a rede alimentar chegar ao urso, quando ele consome uma foca.
Em cada elo da rede, toxinas que são lentamente metabolizadas não são apenas transferidas - são concentradas. Isso significa que quando são consumidas pelos ursos polares, chegaram a níveis potentes o bastante para estressar o animal. Pesquisadores encontraram nos ursos níveis elevados de bifenil policlorinado, retardantes de chamas e mercúrio.
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