Mindy S. Lubber é presidente da Ceres, uma coalizão de investidores e grupos ambientais baseada em Boston, que trabalha com empresas para a formulação de soluções de sustentabilidade. Ela dirige também a Investor Network on Climate Risk, uma rede de 90 investidores institucionais com ativos coletivos de U$ 9 trilhões, com foco nos impactos da mudança do clima nos negócios. E ela acredita, claro, que grandes corporações, além de governos e grupos ambientais, têm papel importante nos desafios dos novos tempos.
Ela acha que, em termos de políticas públicas, pouco vai acontecer nos Estados Unidos em 2011, mas que "empreendedores inteligentes estão assumindo a liderança. Eles enxergam dinheiro no verde e não querem perder a próxima revolução industrial que transformará a economia global".
As inovações corporativas em tecnologias, diz ela, foram assunto quente nas recentes negociações do clima em Cancún: "Em uma reunião, o CEO da Dow Chemical, Andrew Liveris, anunciou que sua empresa está faturando U$ 50 bihões em receitas anuais de produtos de tecnologia, como coberturas para telhados e plásticos feitos a partir de cana de açucar, que emitem menos gases estufa que os plásticos produzidos com petróleo".
As receitas de novas tecnologias da gigante alemã Siemens chegaram a U$ 37 bilhões em 2010. Quase metade das 8 mil de suas invenções patenteadas no ano são voltadas para a eficiência energértica e a sustentabilidade, como tecnologias de sistemas de iluminação ultraeficientes e de carga de baterias de carros elétricos.
Talvez o anúncio mais importante, relata Lubber em artigo no Grist, tenha sido o da Coca-Cola - de que removeu os poluentes hidrofluorocarbonos (HFCs) de 200 mil de suas unidades de refrigeração, e de que espera tornar toda sua rede de 10 milhões de unidades de refrigeração livres de HFCs até 2015. A empresa e o Greenpeace convenceram um consórcio de 400 empresas globais de bens de consumo a se juntarem a seus esforços de redução de HFCs. Com tantas empresas a bordo, o desenvolvimento de novas tecnologias se dará mais rápido, diz Lubber.
Além de iniciativas corporativas, os esforços de economias emergentes como a Índia, o Brasil e a China tamb∂ém fornecem razões para otimismo em 2011, afirma a analista. A China, lembra ela, se comprometeu com uma redução de CO2 por unidade do PIB em 40% a 45% até 2020. E o país já tem mais de um milhão de empregos em energias renováveis, cinco vezes os dos Estados Unidos.
Ela acha que, em termos de políticas públicas, pouco vai acontecer nos Estados Unidos em 2011, mas que "empreendedores inteligentes estão assumindo a liderança. Eles enxergam dinheiro no verde e não querem perder a próxima revolução industrial que transformará a economia global".
As inovações corporativas em tecnologias, diz ela, foram assunto quente nas recentes negociações do clima em Cancún: "Em uma reunião, o CEO da Dow Chemical, Andrew Liveris, anunciou que sua empresa está faturando U$ 50 bihões em receitas anuais de produtos de tecnologia, como coberturas para telhados e plásticos feitos a partir de cana de açucar, que emitem menos gases estufa que os plásticos produzidos com petróleo".
As receitas de novas tecnologias da gigante alemã Siemens chegaram a U$ 37 bilhões em 2010. Quase metade das 8 mil de suas invenções patenteadas no ano são voltadas para a eficiência energértica e a sustentabilidade, como tecnologias de sistemas de iluminação ultraeficientes e de carga de baterias de carros elétricos.
Talvez o anúncio mais importante, relata Lubber em artigo no Grist, tenha sido o da Coca-Cola - de que removeu os poluentes hidrofluorocarbonos (HFCs) de 200 mil de suas unidades de refrigeração, e de que espera tornar toda sua rede de 10 milhões de unidades de refrigeração livres de HFCs até 2015. A empresa e o Greenpeace convenceram um consórcio de 400 empresas globais de bens de consumo a se juntarem a seus esforços de redução de HFCs. Com tantas empresas a bordo, o desenvolvimento de novas tecnologias se dará mais rápido, diz Lubber.
Além de iniciativas corporativas, os esforços de economias emergentes como a Índia, o Brasil e a China tamb∂ém fornecem razões para otimismo em 2011, afirma a analista. A China, lembra ela, se comprometeu com uma redução de CO2 por unidade do PIB em 40% a 45% até 2020. E o país já tem mais de um milhão de empregos em energias renováveis, cinco vezes os dos Estados Unidos.
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