O Brasil é o líder mundial em exportação de etanol.
Em território nacional, a principal matéria-prima para a produção deste biocombustível é a cana-de-açúcar.
No entanto, uma pesquisa divulgada recentemente apresentou a casca do eucalipto como um resíduo atualmente sem valor, mas com muito potencial.
O estudo, que é fruto da tese de doutorado
do químico Juliano Bragatto, desenvolvida na
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo
(USP), apresenta uma solução aos resíduos descartados pela indústria de
papel e celulose no Brasil.
Conforme publicado pelo químico, uma tonelada de resíduos gera 200 quilos de
açúcares, capazes de resultar em cem litros de etanol. A alternativa apresentada
por Bragatto oferece valor comercial aos resíduos e impede que eles sejam
queimados, o que normalmente acontece na indústria brasileira, poluindo o meio
ambiente, sem oferecer resultados positivos.
Apesar de ser um plantio pouco aprovado por ambientalistas, devido aos danos
que o eucalipto pode causar ao solo, a pesquisa mostra uma nova alternativa
para reaproveitar a casca das árvores usadas na indústria e em reflorestamento.
Sobre o processo de fabricação do etanol da casca de eucalipto, Bragatto
explica que é parecido com o feito tradicionalmente com a cana-de-açúcar.
Existem duas opções, na primeira as cascas passam por uma lavagem em
água aquecida a 80 graus, para que se obtenha uma infusão e elas entrem
em contato com as leveduras. A outra maneira consiste em “moer a casca e
realizar a fermentação com o caldo obtido, do mesmo modo que a cana”,
explica o químico.
Quanto mais rápido as cascas forem reaproveitadas melhores são os resultados.
Logo após o corte da madeira existem 20% de açúcares solúveis na casca.
O percentual é reduzido pela metade após dois ou três dias do corte.
Mesmo com todos os resultados já obtidos Bragatto continuará a pesquisa para
que seja possível avaliar se é possível realizar o procedimento com diversas
espécies de eucalipto.
Em território nacional, a principal matéria-prima para a produção deste biocombustível é a cana-de-açúcar.
No entanto, uma pesquisa divulgada recentemente apresentou a casca do eucalipto como um resíduo atualmente sem valor, mas com muito potencial.
O estudo, que é fruto da tese de doutorado
do químico Juliano Bragatto, desenvolvida na
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo
(USP), apresenta uma solução aos resíduos descartados pela indústria de
papel e celulose no Brasil.
Conforme publicado pelo químico, uma tonelada de resíduos gera 200 quilos de
açúcares, capazes de resultar em cem litros de etanol. A alternativa apresentada
por Bragatto oferece valor comercial aos resíduos e impede que eles sejam
queimados, o que normalmente acontece na indústria brasileira, poluindo o meio
ambiente, sem oferecer resultados positivos.
Apesar de ser um plantio pouco aprovado por ambientalistas, devido aos danos
que o eucalipto pode causar ao solo, a pesquisa mostra uma nova alternativa
para reaproveitar a casca das árvores usadas na indústria e em reflorestamento.
Sobre o processo de fabricação do etanol da casca de eucalipto, Bragatto
explica que é parecido com o feito tradicionalmente com a cana-de-açúcar.
Existem duas opções, na primeira as cascas passam por uma lavagem em
água aquecida a 80 graus, para que se obtenha uma infusão e elas entrem
em contato com as leveduras. A outra maneira consiste em “moer a casca e
realizar a fermentação com o caldo obtido, do mesmo modo que a cana”,
explica o químico.
Quanto mais rápido as cascas forem reaproveitadas melhores são os resultados.
Logo após o corte da madeira existem 20% de açúcares solúveis na casca.
O percentual é reduzido pela metade após dois ou três dias do corte.
Mesmo com todos os resultados já obtidos Bragatto continuará a pesquisa para
que seja possível avaliar se é possível realizar o procedimento com diversas
espécies de eucalipto.
Por Época Negócios.
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