Segundo a conselheira Emília Ribeiro, as operadoras de telefonia móvel têm e apresentar, em 30 dias, um plano de migração para a telefonia fixa e as empresas de telefonia fixa, terão o mesmo prazo para mostrar como
era feita a migração.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quer acabar com os terminais analógicos de telefonia fixa
rural no prazo de 12 meses. Uma proposta aprovada
hoje pelo Conselho Diretor da agência determina
a migração do sistema analógico para digital dentro de um ano.
Segundo a conselheira Emília Ribeiro, relatora da matéria, as operadoras de
telefonia móvel têm de apresentar, em 30 dias, um plano de migração para a
telefonia fixa e as empresas de telefonia fixa, por sua vez, terão o mesmo
prazo para mostrar como era feita a migração.
"O serviço é telefonia fixa, mas as operadoras de telefonia móvel é que dão
a infra-estruturar", explicou Emília. Por essa razão, a migração tem de ser
feita de forma conjunta entre as operadoras. Segundo a conselheira, a
mudança é necessária porque não há mais equipamentos no mercado para
substituir os aparelhos em uso. "Se o aparelho quebrar, não tem outro para
repor", alertou.
A conselheira observou que a obrigação da migração é das empresas de
telefonia fixa. "As duas têm que se entender sobre os custos". A Anatel
estima que haja de 6 mil a 9 mil assinantes da telefonia fixa rural
atualmente. Em 2010, foi zerada a base de telefones móveis analógicos no
País.
era feita a migração.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) quer acabar com os terminais analógicos de telefonia fixa
rural no prazo de 12 meses. Uma proposta aprovada
hoje pelo Conselho Diretor da agência determina
a migração do sistema analógico para digital dentro de um ano.
Segundo a conselheira Emília Ribeiro, relatora da matéria, as operadoras de
telefonia móvel têm de apresentar, em 30 dias, um plano de migração para a
telefonia fixa e as empresas de telefonia fixa, por sua vez, terão o mesmo
prazo para mostrar como era feita a migração.
"O serviço é telefonia fixa, mas as operadoras de telefonia móvel é que dão
a infra-estruturar", explicou Emília. Por essa razão, a migração tem de ser
feita de forma conjunta entre as operadoras. Segundo a conselheira, a
mudança é necessária porque não há mais equipamentos no mercado para
substituir os aparelhos em uso. "Se o aparelho quebrar, não tem outro para
repor", alertou.
A conselheira observou que a obrigação da migração é das empresas de
telefonia fixa. "As duas têm que se entender sobre os custos". A Anatel
estima que haja de 6 mil a 9 mil assinantes da telefonia fixa rural
atualmente. Em 2010, foi zerada a base de telefones móveis analógicos no
País.
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