“A proposta dessa visita do MDA é apenas confirmar, via amostragens, todo o esforço da Emater no atendimento dessas famílias. Na prática, verifica-se a correspondência entre o banco de dados que tem sido constituído pela Emater e é compartilhado pelo Ministério, a partir das metodologias de trabalho acordadas em contrato, com a realidade dos agricultores incluídos na chamada pública”, explica o supervisor do escritório regional da Emater em Conceição do Araguaia, o engenheiro agrônomo Luiz Flávio Cavalcanti.
Os dois lotes da chamada pública beneficiam 1,6 mil famílias de 11 municípios do sul do estado. Só em Redenção, Santana do Araguaia e Santa Maria das Barreiras há mais de 400 famílias. A pecuária é a base da agricultura familiar da região – e a leiteira acaba responsável por cerca de 70% da renda das famílias. “Aqui todo mundo tem gado leiteiro. Nem que seja para produzir leite para a própria subsistência”, diz Cavalcanti.
O principal desafio para a atividade, de acordo com a Emater, é a falta de tecnologia: pelo diagnóstico dos extensionistas, alguns mecanismos de produção, beneficiamento e comercialização podem ser aperfeiçoados, como o manejo de ordenha e a gestão da propriedade.
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