O Google anunciou o investimento de R$ 94 milhões em energia solar na Califórnia. A empresa comprou quatro projetos da Recurrent Energy, subsidiária da Sharp, do Japão. A divulgação foi feita na última terça-feira (20).
O investimento virá dos títulos de dívida e ações do Google e da companhia SunTap Energy RE, formada pela KKR exclusivamente para os projetos de energia solar nos Estados Unidos.
A KKR reservou 95 milhões de dólares para consolidar a SunTap e parte do dinheiro será empregado no investimento solar. A partir do acordo, o investimento total do Google em energia renovável aumentará para mais de 915 milhões de dólares em todo o mundo.
No início de 2012 três projetos já devem ser concluídos e até o fim do ano começará a operar o quarto. O cronograma ambicioso foi traçado por ambas as empresas e anunciado em comunicado conjunto, de acordo com a agência Reuters.
As instalações solares gerarão cerca de 160 milhões de kilowatts/hora no primeiro ano de operação, o suficiente para fornecer energia a 13 mil lares norte-americanos médios.
A gigante de buscas da internet frequentemente se envolve em projetos de sustentabilidade. A estratégia faz parte de uma decisão, anunciada em 2007, de que investiria em tecnologias renováveis para que elas possam competir com a indústria do carvão. Com informações do G1.
O investimento virá dos títulos de dívida e ações do Google e da companhia SunTap Energy RE, formada pela KKR exclusivamente para os projetos de energia solar nos Estados Unidos.
No início de 2012 três projetos já devem ser concluídos e até o fim do ano começará a operar o quarto. O cronograma ambicioso foi traçado por ambas as empresas e anunciado em comunicado conjunto, de acordo com a agência Reuters.
As instalações solares gerarão cerca de 160 milhões de kilowatts/hora no primeiro ano de operação, o suficiente para fornecer energia a 13 mil lares norte-americanos médios.
A gigante de buscas da internet frequentemente se envolve em projetos de sustentabilidade. A estratégia faz parte de uma decisão, anunciada em 2007, de que investiria em tecnologias renováveis para que elas possam competir com a indústria do carvão. Com informações do G1.
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