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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Empresas terão mais oportunidades com alteração no Simples

Dono de um pequeno mercadinho em Ceilândia Sul, no Distrito Federal, o empresário Martinho José Pimenta comemora a ampliação de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões no teto da receita bruta anual do Simples Nacional. “Significa a sobrevivência do negócio”, garante. 

Martinho explica que o faturamento da sua pequena empresa está próximo do limite hoje permitido, não por conta do aumento real de receita, mas pelo avanço nos custos dos produtos. 

“Há muito tempo o Simples não é ajustado, mas cresce o preço das mercadorias. Ainda que eu compre produtosna mesma quantidade, pago e vendo por um preço maior”, exemplifica. 

O empresário conta que a empresa está inserida nesse sistema especial de tributação desde o início de suas atividades. O mercadinho cresceu, mas, há algum tempo, não investe em expansão. “Ficava preocupado, sem saber o que fazer. Na minha área de atuação, o pequeno não consegue competir com o grande se estiver fora do Simples. Com o ajuste, trabalharei mais tranqüilo”, afirma Martinho, que agora pensa em aumentar o negócio.

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