Aproximar-se do conhecimento acadêmico e de empresas inovadoras, foram os principais motivos para a consultoria em créditos de carbono, projetos de baixo carbono e de adaptação para as mudanças climáticas, WayCarbon, a buscar uma vaga no Parque Tecnológico de Belo Horizonte, BH-Tec, informou à Revista Sustentabilidade seu sócio-diretor de projetos, Matheus Brito.
O tema das mudanças climáticas está muito ligado à inovação,” explicou. “Temos que buscar tecnologias abertas e conhecimento e por isso precisamos estar próximos a empresas que trabalham com produtos e conhecimento de ponta”.
Além do relacionamento com outras empresas, estar no parque tecnológico também facilitará o acesso a pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), um dos patrocinadores do parque.
Os outros investidores no parque são o Sebrae Minas Gerais, o governo do estado de Minas Gerais, a prefeitura de Belo Horizonte e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). O BH-TEC terá 556 mil metros quadrados para abrigar 20 empresas inovadoras. A primeira seleção aprovou 24 empresas que ocuparão o edifício institucional, cuja entrega está prevista para o segundo semestre de 2011.
O parque completo estará pronto até 2012 segundo a imprensa mineira.
O parque completo estará pronto até 2012 segundo a imprensa mineira.
Representantes do BH-Tec não responderam as perguntas enviadas até o fechamento desta matéria.
A Way Carbon, que surgiu em 2010 com a fusão da empresa paulista KeyAssociados e a mineira MundusCarbon, é um dos líderes em inventários e negociação de créditos de carbono, com cerca de 40% dos créditos a serem gerados pelos projetos de energia renováveis aprovados nos recentes leilões promovidos pelo governo.
Este é nosso feijão com arroz,” disse Brito.
A Way Carbon, que surgiu em 2010 com a fusão da empresa paulista KeyAssociados e a mineira MundusCarbon, é um dos líderes em inventários e negociação de créditos de carbono, com cerca de 40% dos créditos a serem gerados pelos projetos de energia renováveis aprovados nos recentes leilões promovidos pelo governo.
Este é nosso feijão com arroz,” disse Brito.
Mas o conhecimento acadêmico e a inovação de processos e produtos também serão necessários para reforçar a atuação em projetos de adaptação e mitigação às mudanças climáticas e de estratégias para empresas clientes prepararem-se para a economia de baixo carbono.
“Existe uma demanda do público e crescente mudanças na legislação que estão forçando as empresas a olharem para novas estratégias”, lembrou.
WayCarbon atende a vários setores, a maioria de bens de consumo e infratestrutura nos setores de petróleo e gás, mineração, logística e transporte, papel e celulose, alimentos e bebidas e até o setor financeiro.
No momento, a principal demanda é para avaliar o impacto direto e mensurar as mudanças de novas unidades fabris ou projetos, mas, no futuro, Brito prevê demanda por avaliação de toda a cadeia produtiva. Um exemplo claro é o setor agrícola que precisa de conhecimento sobre novos regimes pluviais gerado na academia para preparar-se para mitigar e adaptar-se aos efeitos das mudanças climáticas no futuro.
WayCarbon atende a vários setores, a maioria de bens de consumo e infratestrutura nos setores de petróleo e gás, mineração, logística e transporte, papel e celulose, alimentos e bebidas e até o setor financeiro.
No momento, a principal demanda é para avaliar o impacto direto e mensurar as mudanças de novas unidades fabris ou projetos, mas, no futuro, Brito prevê demanda por avaliação de toda a cadeia produtiva. Um exemplo claro é o setor agrícola que precisa de conhecimento sobre novos regimes pluviais gerado na academia para preparar-se para mitigar e adaptar-se aos efeitos das mudanças climáticas no futuro.
“Precisamos estar atentos ao conhecimento que é produzido e aplicá-lo de acordo com a realidade econômica de cada empresa”, explicou.
Pare ele, a empresa hoje tem que pensar em três vertentes: acesso à tecnologia, acesso ao conhecimento e acesso ao financiamento. São investimentos, explicou, que dão retorno em dois ou três anos.
Pare ele, a empresa hoje tem que pensar em três vertentes: acesso à tecnologia, acesso ao conhecimento e acesso ao financiamento. São investimentos, explicou, que dão retorno em dois ou três anos.
No entanto, as empresas ainda enfrentam algumas barreiras para investirem na melhoria de sua performance ambiental. A principal é o acesso a financiamento que, no Brasil é caro e complexo. A segunda barreira é cultural, pois a cultura da inovação ainda engatinha no país, avaliou Brito.

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