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quinta-feira, 3 de março de 2011

Novo chip brasileiro

Após passarem pela Unicamp e CTI, pesquisadores da UFMS desenvolvem primeiro processador do Mato Grosso do Sul, que apresenta tecnologia inédita e alternativa para redução do tamanho dos processadores.

oltado para utilização em qualquer aparelho eletrônico, como computadores,
celulares e tocadores de música digitais, o dispositivo apresenta uma tecnologia inédita no mercado de equipamentos eletroeletrônicos.

Enquanto os chips atuais possuem dois níveis lógicos de tensão elétrica, que
convertem os sinais analógicos da energia recebida diretamente de uma tomada convencional em sinais digitais, o novo dispositivo é um conversor analógico digital que trabalha com múltiplos níveis lógicos. Em função disso, é bem menor e pode agregar mais funcionalidades do que um chip convencional.

Essa tecnologia pode ser uma alternativa para a redução do tamanho e para a
agregação de mais funcionalidades pelos chips, que são duas das principais tendências na indústria de microeletrônica hoje, disse Ricardo Ribeiro dos Santos, professor da Faculdade de Computação da UFMS

Os pesquisadores que atuam nessa área passaram a olhar para várias
alternativas para atingir esse objetivo, como outros tipos de materiais em vez do silício ou para outras áreas, como a física quântica. A lógica de multiníveis seria outra via para projetar chips cada vez mais menores e com diversas funções, afirmou Santos. 


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