De acordo com os fabricantes, no processo, os resíduos sofrem decomposição térmica de proteínas, ruptura de membranas celulares e modificação química dos componentes celulares. Para isso, a tecnologia utiliza uma câmara hermética, com pressão atmosférica e altas temperaturas em um ambiente úmido.
Dentro da câmara há uma parte giratória com lâminas que desintegra, agita e aquece os resíduos por meio de impactos e atritos. Quando a temperatura chega a 155ºC, o aparelho borrifa água vaporizada para garantir o processo de esterilização.
Dessa maneira, resíduos que poderiam ser perigosos para a população e para o meio ambiente por risco de infecção, como seringas, bisturis e resíduos cirurgicos, podem ser descartados com mais segurança. Depois de tratado, o material tem uma redução aproximada de 70% do seu volume e de 30% do peso, com um aspecto irreconhecível. O lançamento aconteceu no Instituto de Medicina e Cirurgia do Paraná.

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