Os cataclismos ocorridos nas últimas semanas demonstram que as catástrofes climáticas estão cada vez mais frequentes e com maior intensidade, como vem anunciando o pesquisador Luis Seguessa, Presidente da Fundação Códigos, desde Janeiro de 2008 em várias conferências internacionais. No último dia 9 de fevereiro de 2011, em uma conferência realizada no Hotel AWA, em Punta del Este e transmitida ao vivo online, Luis Seguessa anunciava que se sucederiam uma série de tremores, terremotos e o perigo de novos tsunamis.
“O aquecimento global, as mudanças climáticas e os movimentos sísmicos têm que ser medidos em progressão geométrica e não aritmética como tem ocorrido até o momento. Só assim poderemos entender o que está acontecendo, e ainda, tudo o que irá acontecer muito antes do previsto”, havia dito também o pesquisador em uma conferência, em São Paulo, em 15 de janeiro de 2008, no Grand Hyatt.
A “Fundação Códigos” não parou de anunciar que estas tragédias iriam ocorrer, e ademais, previu a ruptura da Placa de Wilkins tal como havia sido documentado naquela ocasião em vários veículos de imprensa argentinos e uruguaios. Também previu que iam se suceder os perigosos escapamentos de gás metano no Ártico, os quais começaram a ocorrer em fevereiro de 2008. No dia 9 de fevereiro desse ano, em Punta del Este, Luis Seguessa previu que ocorreriam uma série de terremotos e igualmente, a iminência de tsunamis. No dia seguinte ocorreram os terremotos em Nova Zelândia, Chile, China, e agora, no Japão.
“Se não eliminarmos a tecnologia destrutiva dos motores de combustão interna e a imensa extração de petróleo, o planeta se extinguirá em breve”, sustenta o pesquisador. “Está por vir uma nova série de terremotos em lugares distintos, como ocorreu há um ano, devidos às enormes perfurações que a indústria petroleira realiza para extrair o ouro negro. São vários hectares cúbicos diários e a contínua força de gravidade tenta reacomodar as placas provocando tremores em suas junções. Se não substituirmos essa tecnologia de transportes obsoleta por uma tecnologia limpa como a elétrica, seguirão ocorrendo desastres naturais com maior frequência e intensidade. O tempo está acabando e os cataclismos continuarão acontecendo em intensidade maior, e o planeta e todo o ecossistema não poderão suportar. Não podemos prosseguir consumindo tanta quantidade de oxigênio com os motores de combustão de nossos veículos, não podemos continuar despejando toneladas de enxofre por ano na atmosfera e não podemos continuar extraindo um líquido a altas pressões como se estivéssemos extraindo água, porque isto é o que causa todo o desequilíbrio do planeta”, afirmou Seguessa.
O consumo de ar de um motor a combustão é igual ao que consomem 700 pessoas ao mesmo tempo. Além disso, a extração de milhões de galões diários de petróleo para alimentar uma frota automotriz de mais de 800 milhões de unidades leva à perfurações e deslocamentos enormes em todo o planeta, causando tremores e tsunamis, já que a terra tenta reacomodar-se devido à constante força de gravidade.
A Fundação Códigos apresenta como única solução no momento o carro elétrico já que não emite gases nem consome oxigênio e tem melhor uso que os carros convencionais, e por isso, conclama às pessoas preocupadas com o tema a aderir à sua campanha mundial Combustão Zero entrando no site www.Fundacioncodigos.org.

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