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sexta-feira, 4 de março de 2011

Emater faz levantamento da situação dos escritórios do oeste do Pará

Funcionários dos escritórios locais da região de Santarém se reuniram com a diretoria técnica da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), de 28 de fevereiro a 2 de março. Ao todo foram 16 municípios representados neste encontro. 

A presidenta da Emater, Cleide Amorim, destacou que objetivo da visita, além de conhecer pessoalmente aqueles que dão forma à Emater no oeste do Estado, foi também para ouvir os anseios e as principais necessidades técnicas dos variados pólos. "Estamos aqui para fazer um levantamento das condições de trabalho e para reforçar que esta gestão será participativa, principalmente, relacionada ao repasse de recursos".

A Emater Regional de Santarém abrange oito municípios, Belterra, Curuá, Faro, Juruti, Óbidos, Oriximiná, Santarém e Terra Santa, com uma equipe multidisciplinar com 118 pessoas. Já a regional do Tapajós reúne oito cidades: Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Castelo dos Sonhos, Placas, Rurópolis e Trairão, com equipe de 24 pessoas. "A explicação para a diferença de pessoal entre as duas regionais se dá ao fato de que em Santarém existem os funcionários do escritório local somado aos do escritório regional", informou Rosivaldo Colares, supervisor do escritório regional de Santarém.

Dentre as atividades desempenhadas pela Emater na região, o foco principal está na assistência técnica e extensão rural, nos 16 municípios, atendendo periodicamente 2572 famílias. No que se refere ao crédito rural, foram 1.415 projetos contratados, totalizando o montante de R$ 1.790.181, contribuindo para dinamizar a economia dos municípios dos Regionais Tapajós e Santarém.

A outra frente de atuação são os convênios para reforma agrária, onde são prestadas as assessorias técnica social e ambiental para assentados. Esse trabalho é fruto de convênio com o Incra. Com essa parceria entre instituições são atendidas 10374 famílias nos municípios de Curuá, Juruti, Óbidos, Oriximiná e Santarém. Para Jorge Faro, representante do município de Jacareacanga, a Emater tem que se fazer presente nas localidades em que atua. "Essa empresa tem que se fazer valer dentro do município. A agricultura familiar é importante como a saúde e a educação, já que é a forma de subsistência de várias pessoas e a forma de desenvolvimento para o município", arrematou.

A dificuldade mais comum relatada pelos representantes dos escritórios locais foi a falta de comunicação, como o funcionamento de telefones e internet. A direção do órgão também ouviu solicitações sobre questões imobiliárias, já que prédios onde estão situados os escritórios, na maioria das vezes, são alugados e estão em péssimas condições. Outro ponto foram os pedidos para viabilizar transportes adequados para as diversas regiões. Carros com tração nas quatro rodas, barcos, motores, entre outros.

Segundo o diretor técnico, Humberto Reale, nesses dois meses de trabalho junto a Emater já é possível traçar um diagnóstico dos principais problemas enfrentados pelas equipes de campo. "Estamos aqui para unir esforços e dar condições de trabalho aos funcionários e assim colocar a Emater nos trilhos" e ainda acrescenta, "após o reequipamento dos escritórios locais vamos cobrar resultados", decretou.


 

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