Após ser escolhido, pela presidente Dilma Rousseff, para comandar a estatal brasileira Eletrobrás, José da Costa Carvalho já tem uma nova missão: encontrar novas fontes para a produção de energia renovável na Amazônia.
Em entrevista concedida à repórter Leila Coimbra, do jornal Folha de S. Paulo, o novo presidente da Eletrobrás explicou quais são os projetos para o futuro da empresa estatal e como será a busca pelo suprimento da demanda energética brasileira para os próximos anos.
Carvalho explicou que será essencial para o governo trabalhar com parcerias feitas com o setor privado e até mesmo internacionalização, para que o país consiga investir R$ 210 bilhões no abastecimento de energia.
O documento recebido por ele, das mãos do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, contém as diretrizes definidas pelo governo para o futuro brasileiro. Nele está definido que o país precisa encontrar novas fontes de energias renováveis e também inclui o investimento no potencial hidroelétrico brasileiro. É possível perceber que esse sistema, no qual o Brasil é referência mundial para a produção de energia elétrica, está chegando ao seu limite, por isso o setor deve ter uma atenção especial.
Quando o assunto é internacionalização, o documento trata principalmente da relação brasileira com os outros países que abrigam a Amazônia e com os Estados Unidos. Esse é o caso do Peru, por exemplo, que tem feito estudos em parceria com o Brasil visando a construção de novas hidrelétricas com conexão entre os países vizinhos. A intenção é fazer com que a estatal de energia elétrica siga o modelo atual da Petrobrás.
A mudança na Eletrobrás ocorreu justamente no momento em que ativistas, ambientalistas, índios e outros segmentos têm se manifestado contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará. O projeto brasileiro prevê a produção de até 11.233 megawatts de energia, caracterizando-a como a terceira maior usina hidrelétrica do mundo.
Em entrevista concedida à repórter Leila Coimbra, do jornal Folha de S. Paulo, o novo presidente da Eletrobrás explicou quais são os projetos para o futuro da empresa estatal e como será a busca pelo suprimento da demanda energética brasileira para os próximos anos.
Carvalho explicou que será essencial para o governo trabalhar com parcerias feitas com o setor privado e até mesmo internacionalização, para que o país consiga investir R$ 210 bilhões no abastecimento de energia.
O documento recebido por ele, das mãos do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, contém as diretrizes definidas pelo governo para o futuro brasileiro. Nele está definido que o país precisa encontrar novas fontes de energias renováveis e também inclui o investimento no potencial hidroelétrico brasileiro. É possível perceber que esse sistema, no qual o Brasil é referência mundial para a produção de energia elétrica, está chegando ao seu limite, por isso o setor deve ter uma atenção especial.
Quando o assunto é internacionalização, o documento trata principalmente da relação brasileira com os outros países que abrigam a Amazônia e com os Estados Unidos. Esse é o caso do Peru, por exemplo, que tem feito estudos em parceria com o Brasil visando a construção de novas hidrelétricas com conexão entre os países vizinhos. A intenção é fazer com que a estatal de energia elétrica siga o modelo atual da Petrobrás.
A mudança na Eletrobrás ocorreu justamente no momento em que ativistas, ambientalistas, índios e outros segmentos têm se manifestado contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará. O projeto brasileiro prevê a produção de até 11.233 megawatts de energia, caracterizando-a como a terceira maior usina hidrelétrica do mundo.

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