Se antes as espécies do gênero Agave costumavam ser lembradas apenas por originar a famosa bebida mexicana, essa realidade pode mudar em breve. Pesquisadores da University of Illinois apontam que essa planta pode se tornar uma importante fonte de energia renovável, capaz de superar matérias-primas como milho, trigo, soja e sorgo.
As Agaves são plantas perenes com tamanhos que variam de 20 centímetros a 2
metros de altura. Ainda não é certo se elas são uma alternativa competitiva de fonte de energia, mas, considerando suas características naturais e condições de crescimento, muitos estudiosos acreditam que vale a pena estudá-la. Além de terem uma alta concentração de açúcar, essas espécies podem ser plantadas em qualquer tipo de solo e se adaptam muito bem a regiões áridas e solos degradados, pois suportam temperaturas altas, períodos de estiagem e captam o nitrogênio do ar.
A partir delas, pode-se extrair o álcool e o biodiesel, o primeiro obtido através da fermentação dos açúcares do caule e o segundo por pirólise rápida, queima da biomassa coletada a partir das folhas.
As Agaves produzem uma quantidade considerável de biomassa, apesar de não superar o rendimento de culturas anuais. Um dos pontos positivos da utilização dessas espécies perenes é que não há a necessidade de replantá-las regularmente e o custo de manutenção de uma cultura já existente ou da plantação de uma nova é baixo.
A variedade mais eficiente para a produção de álcool é a Agave tequilana Weber, utilizada na fabricação de tequila. O setor de bebidas gera uma média de 120 toneladas de caules por hectare a cada seis anos, a partir dos quais são produzidos 20 mil litros de tequila (que contém 46% de álcool). Para alguns especialistas, a maior vantagem de se extrair biocombustível desse gênero de plantas seria a possibilidade de aproveitar culturas já existentes para a obtenção de biodiesel como um co-produto, evitando que novos terrenos
fossem usados apenas para plantações voltadas para a obtenção de bioenergia.
As Agaves são plantas perenes com tamanhos que variam de 20 centímetros a 2
metros de altura. Ainda não é certo se elas são uma alternativa competitiva de fonte de energia, mas, considerando suas características naturais e condições de crescimento, muitos estudiosos acreditam que vale a pena estudá-la. Além de terem uma alta concentração de açúcar, essas espécies podem ser plantadas em qualquer tipo de solo e se adaptam muito bem a regiões áridas e solos degradados, pois suportam temperaturas altas, períodos de estiagem e captam o nitrogênio do ar.
A partir delas, pode-se extrair o álcool e o biodiesel, o primeiro obtido através da fermentação dos açúcares do caule e o segundo por pirólise rápida, queima da biomassa coletada a partir das folhas.
As Agaves produzem uma quantidade considerável de biomassa, apesar de não superar o rendimento de culturas anuais. Um dos pontos positivos da utilização dessas espécies perenes é que não há a necessidade de replantá-las regularmente e o custo de manutenção de uma cultura já existente ou da plantação de uma nova é baixo.
A variedade mais eficiente para a produção de álcool é a Agave tequilana Weber, utilizada na fabricação de tequila. O setor de bebidas gera uma média de 120 toneladas de caules por hectare a cada seis anos, a partir dos quais são produzidos 20 mil litros de tequila (que contém 46% de álcool). Para alguns especialistas, a maior vantagem de se extrair biocombustível desse gênero de plantas seria a possibilidade de aproveitar culturas já existentes para a obtenção de biodiesel como um co-produto, evitando que novos terrenos
fossem usados apenas para plantações voltadas para a obtenção de bioenergia.
Além disso, existem cultivos abandonados de Agave no México e na África, utilizados antigamente no mercado de fibras naturais, e que poderiam ser recuperados para servirem à produção de biocombustível.
Agora os especialistas estão analisando quais seriam as espécies mais indicadas para a esse fim e estudando formas de transformar a extração de biocombustível das Agaves em uma tecnologia viável. Entretanto, ainda há muita pesquisa pela frente.

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