Termina hoje a primeira etapa de fiscalização do uso de madeira na construção civil de Mato Grosso do Sul. Desta vez, a fiscalização do Ibama é mais no sentido de orientar as empresas do setor de construção civil quanto às regras da legislação ambiental.
A fiscalização do Ibama começou há uma semana e até agora já foram vistoriadas 51 empresas em Campo Grande, Três Lagoas, Dourados e Corumbá. Destas empresas, 36 foram notificadas e 8 foram autuadas por falta de Cadastro Técnico Federal, documento obrigatório para todas as construtoras que utilizam madeira nos canteiros de obras da construção civil espalhados pelo estado. Ainda serão vistoriadas cerca de 80 empresas em Campo Grande e mais 50 em Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Ponta Porã.
A operação de fiscalização denominada Térmitas tem caráter nacional e visa a checar se os consumidores de madeira no país e em Mato Grosso do Sul estão usando madeira de origem legal e se contam com o Documento de Origem Florestal. A maior parte da madeira consumida hoje no estado, por exemplo, é proveniente do bioma amazônico.
Além da checagem do porte obrigatório do DOF, a fiscalização do Ibama está também verificando se as construtoras estão com o Cadastro Técnico Federal em ordem no Ibama e se apresentaram o relatório anual de atividades exigido pela legislação sobre o tema.
Desde a criação do sistema DOF, em 2006, que permite ao Ibama rastrear a origem, o transporte e o destino da madeira produzida no país, a fiscalização do órgão vem sendo reforçada ano a ano. A necessidade de coibir a derrubada ilegal da floresta amazônica e de matas nativas daqui mesmo do estado torna essas operações extremamente necessárias para a preservação dos biomas alvos de desmatamentos, é o que diz Luiz Benatti, chefe da Divisão de Proteção Ambiental, responsável pela fiscalização do Ibama em Mato Grosso do Sul.
Para Benatti, a comprovação da origem legal da madeira usada largamente na construção civil no estado tornará esse mercado mais transparente e correto: vamos estar cumprindo com nossa tarefa de ajudar a preservar os nossos recursos naturais e fazer com que seu uso se dê de maneira sustentável.
A fiscalização do Ibama começou há uma semana e até agora já foram vistoriadas 51 empresas em Campo Grande, Três Lagoas, Dourados e Corumbá. Destas empresas, 36 foram notificadas e 8 foram autuadas por falta de Cadastro Técnico Federal, documento obrigatório para todas as construtoras que utilizam madeira nos canteiros de obras da construção civil espalhados pelo estado. Ainda serão vistoriadas cerca de 80 empresas em Campo Grande e mais 50 em Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Ponta Porã.
A operação de fiscalização denominada Térmitas tem caráter nacional e visa a checar se os consumidores de madeira no país e em Mato Grosso do Sul estão usando madeira de origem legal e se contam com o Documento de Origem Florestal. A maior parte da madeira consumida hoje no estado, por exemplo, é proveniente do bioma amazônico.
Além da checagem do porte obrigatório do DOF, a fiscalização do Ibama está também verificando se as construtoras estão com o Cadastro Técnico Federal em ordem no Ibama e se apresentaram o relatório anual de atividades exigido pela legislação sobre o tema.
Desde a criação do sistema DOF, em 2006, que permite ao Ibama rastrear a origem, o transporte e o destino da madeira produzida no país, a fiscalização do órgão vem sendo reforçada ano a ano. A necessidade de coibir a derrubada ilegal da floresta amazônica e de matas nativas daqui mesmo do estado torna essas operações extremamente necessárias para a preservação dos biomas alvos de desmatamentos, é o que diz Luiz Benatti, chefe da Divisão de Proteção Ambiental, responsável pela fiscalização do Ibama em Mato Grosso do Sul.
Para Benatti, a comprovação da origem legal da madeira usada largamente na construção civil no estado tornará esse mercado mais transparente e correto: vamos estar cumprindo com nossa tarefa de ajudar a preservar os nossos recursos naturais e fazer com que seu uso se dê de maneira sustentável.
Mariza Pontes de Oliveira

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