Sentindo o impacto de uma seca longa, a China, maior produtor mundial de trigo, está sendo forçada a cavar poços para proteger o que restou de sua colheita. Até o momento foram afetados 17 milhões de hectares de cultivo. E, no momento, 1350 poços estão sendo perfurados, de acordo com o Digital Journal.
As regiões impactadas pela seca são consideradas as mais produtivas no país, e a China planeja gastar U$ 2 bilhões para combater a seca e preservar a colheita. A situação chinesa está provocando alta pronunciada nos preços mundiais de trigo.
"É difícil saber quando vai chover. Devemos nos preparar para o pior e fazer o melhor que pudermos, para combater a seca e assegurar uma boa colheita", disse o premiere Wen Jiabao. A seca deve adentrar a primavera, e os meios tradicionais de conter as perdas têm mostrado pouco impacto.
A China ainda tem uma tarefa árdua pela frente", disse Chen Lei, vice-diretor do departamento chinês de controle de enchentes e da seca. "Grandes esforços de irrigação, chuvas recentes e o derretimento de neve ajudaram a evitar que os efeitos da seca chegassem a algumas áreas de
cultivo de inverno".
A escassez crônica de água na China, combinada com a mais severa seca no país nos últimos 60 anos, levanta mais uma vez a questão de segurança da água no país- e também na Índia, a segunda nação mais populosa do mundo -, assim como o debate de soluções de energia sustentável e projetos de infraestrutura.
As regiões impactadas pela seca são consideradas as mais produtivas no país, e a China planeja gastar U$ 2 bilhões para combater a seca e preservar a colheita. A situação chinesa está provocando alta pronunciada nos preços mundiais de trigo.
"É difícil saber quando vai chover. Devemos nos preparar para o pior e fazer o melhor que pudermos, para combater a seca e assegurar uma boa colheita", disse o premiere Wen Jiabao. A seca deve adentrar a primavera, e os meios tradicionais de conter as perdas têm mostrado pouco impacto.
A China ainda tem uma tarefa árdua pela frente", disse Chen Lei, vice-diretor do departamento chinês de controle de enchentes e da seca. "Grandes esforços de irrigação, chuvas recentes e o derretimento de neve ajudaram a evitar que os efeitos da seca chegassem a algumas áreas de
cultivo de inverno".
A escassez crônica de água na China, combinada com a mais severa seca no país nos últimos 60 anos, levanta mais uma vez a questão de segurança da água no país- e também na Índia, a segunda nação mais populosa do mundo -, assim como o debate de soluções de energia sustentável e projetos de infraestrutura.

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