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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Caramujos gigantes ajudam a monitorar a poluição na Rússia

Moluscos são conectados a sensores e colocados em contato com emissões de gases que vêm de um incinerador de resíduos de esgoto A cidade de São Petersburgo, na Rússia, descobriu uma nova maneira de monitorar a poluição, grande problema local. O serviço de tratamento de água da região conectou sensores, que medem batimentos cardíacos e outros sinais vitais, em seis caramujos gigantes africanos e os colocou 
em contato com as emissões de gases que vêm de um incinerador de resíduos de esgoto.

Se o ar estiver com qualidade ruim os moluscos adoecem, o que é um
indicativo de que o grau de poluição está alto. Assim é feito o monitoramento do ar da cidade.
 
Segundo informações do jornal Washington Post, ambientalistas consideram a ideia apenas um golpe publicitário que pretende desviar as atenções de práticas que prejudicam o meio ambiente e a população. Mas a empresa Vodokanal, responsável pelo sistema, diz que se trata de uma tentativa séria de melhorar o controle do que sai da chaminé da central de tratamento.

A companhia também utiliza medidores convencionais para verificar as
emissões de fumaça, mas destaca que os caramujos são mais sensíveis para detectar a presença de determinados tipos de poluentes, especialmente os que estão em concentrações mais baixas. Os caramujos também foram escolhidos, segundo a empresa que desenvolve as pesquisas, porque eles respiram de forma similar aos humanos.
Globo Rural  

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