Um barco não tripulado foi testado na manhã desta quinta-feira em Florianópolis (SC). Construído em forma de um golfinho e batizado de ROAZ em homenagem a uma espécie do animal, a embarcação foi lançado na Baía-Norte e testada através de um controle remoto. O Equipamento tem como objetivo coletar dados para ações de monitoramento ambiental e controle de poluentes na água e também pode ser usado em operações
de busca e salvamento, vigilância em áreas de preservação e coleta de informações para evitar desastres naturais.
De acordo com um dos construtores do barco, o engenheiro Roberto Böell Vaz, a coleta de informações meteorológicas em alto mar seria valiosa para a prevenção de desastres causados pela atuação de ciclones, tempestades, furações e até mesmo tsunamis. As informações são repassadas através de sensores instalados na estrutura da embarcação. O barco nos transmite dados da água e ar em tempo real, o que torna possível avaliar mais rapidamente as condições e alterações climáticas e do meio ambiente, disse.
Por enquanto, o ROAZ é conduzido por controle remoto. Vaz explica que deve utilizar sistemas de controle via satélite, o que possibilitaria que o equipamento viajasse pelas 200 milhas náuticas integrantes do território brasileiro.
É um projeto experimental e a partir de agora vamos instalar os computadores de bordo para transmissão da maior quantidade de dados nas áreas mapeadas, afirma. Com as informações repassadas diretamente a um computador em tempo real, as autoridades podem tomar as decisões mais rapidamente em momento de crises, baseado em dados reais e atualizados.
Nesses casos o tempo é precioso.
O projeto foi financiado por um programa de inovação mantido pelo governo de Santa Catarina através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica do Estado. O órgão é o responsável pelo grupo de estudo das catástrofes ambientais, criado pelos catarinenses após a tragédia de 2008. O grupo ainda deve realizar novos testes e buscar mais financiamento para, enfim, produzir o barco em escala e realizar ações educativas em escolas.
Roberto já construiu um barco de papel tripulado em 2006 e navegou pela baía de Florianópolis durante um evento náutico. É uma evolução para quem navegou em um barco feito de jornal, disse. Aquilo foi uma brincadeira. Esse trata questões sérias de forma lúdica, através da caracterização como um golfinho.
O nome ROAZ foi escolhido em homenagem ao roaz-corvineiro, espécie mais comum e conhecida dos golfinhos da costa do oceano Atlântico.
de busca e salvamento, vigilância em áreas de preservação e coleta de informações para evitar desastres naturais.
De acordo com um dos construtores do barco, o engenheiro Roberto Böell Vaz, a coleta de informações meteorológicas em alto mar seria valiosa para a prevenção de desastres causados pela atuação de ciclones, tempestades, furações e até mesmo tsunamis. As informações são repassadas através de sensores instalados na estrutura da embarcação. O barco nos transmite dados da água e ar em tempo real, o que torna possível avaliar mais rapidamente as condições e alterações climáticas e do meio ambiente, disse.
Por enquanto, o ROAZ é conduzido por controle remoto. Vaz explica que deve utilizar sistemas de controle via satélite, o que possibilitaria que o equipamento viajasse pelas 200 milhas náuticas integrantes do território brasileiro.
É um projeto experimental e a partir de agora vamos instalar os computadores de bordo para transmissão da maior quantidade de dados nas áreas mapeadas, afirma. Com as informações repassadas diretamente a um computador em tempo real, as autoridades podem tomar as decisões mais rapidamente em momento de crises, baseado em dados reais e atualizados.
Nesses casos o tempo é precioso.
O projeto foi financiado por um programa de inovação mantido pelo governo de Santa Catarina através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica do Estado. O órgão é o responsável pelo grupo de estudo das catástrofes ambientais, criado pelos catarinenses após a tragédia de 2008. O grupo ainda deve realizar novos testes e buscar mais financiamento para, enfim, produzir o barco em escala e realizar ações educativas em escolas.
Roberto já construiu um barco de papel tripulado em 2006 e navegou pela baía de Florianópolis durante um evento náutico. É uma evolução para quem navegou em um barco feito de jornal, disse. Aquilo foi uma brincadeira. Esse trata questões sérias de forma lúdica, através da caracterização como um golfinho.
O nome ROAZ foi escolhido em homenagem ao roaz-corvineiro, espécie mais comum e conhecida dos golfinhos da costa do oceano Atlântico.

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