A estabilidade econômica do nosso país se reflete, de modo contundente, nos resultados do Estudo de Confiança da Edelman 2011 (Edelman Annual Trust Barometer). O Governo é a instituição com mais credibilidade entre os brasileiros líderes de opinião, como atestaram 85% dos entrevistados, evidenciando um aumento de 46% em relação ao ano passado e 65% em relação a 2008.
Na sequência das citações, se posicionam as empresas, de um modo geral, com 81% da amostra confiante; as ONGs (80%); e a mídia (73%). Assim como o Brasil, a China também aumentou sua confiança no Governo, em declaração de 88% dos entrevistados, o que significa um aumento de 14% com relação a 2010. A pesquisa, em sua décima primeira edição, foi realizada em 23 países, nos cinco continentes, com 5.075 líderes de opinião, entre 25 e 64 anos.
Globalmente, a confiança das nacionalidades entrevistadas na capacidade das instituições de “fazer o que é certo” aumentou, com as ONGs (2010: 57%; 2011: 61%) em primeiro lugar, seguidas por empresas (2010: 54%; 2011: 56%), governo (2010: 47%; 2011: 52%) e mídia (2010: 45%; 2011: 49%).
Para os brasileiros de maior renda familiar residentes na Nação, as fontes de informação mais confiáveis, entre as tradicionais, são jornais e revistas, com 91%, seguidos pela televisão, com 89%. Entre as digitais, estão ferramentas de busca, com 93%, e blogs, com 85%. Já no universo corporativo, comunicados oficiais, como press releases, relatórios e e-mails, estão em primeiro lugar, com 79%.
Entre os entrevistados no Brasil, 63% acreditam que as empresas devem criar valor para os investidores de uma maneira alinhada aos interesses da sociedade, mesmo que isso signifique sacrificar os valores desses investidores. Oitenta e cinco por cento acreditam que as empresas vão se beneficiar em curto ou longo prazo, ou ambos, por operarem de uma forma que beneficie a sociedade.
Mais resultados
− A confiança nas empresas de origem brasileira é maior no México (86%) e na Argentina (84%). No Brasil esse percentual é de 76%.
− Nas verticais de indústria, o Brasil continua apostando no setor de tecnologia (93%), seguido por energia (92%) e telecomunicações (90%).
− Neste ano, o que mais influencia a reputação de uma empresa para os brasileiros é a prática de negócios de forma honesta e transparente (60%), a comunicação frequente e honesta sobre seus negócios (57%) e a atuação como cidadã corporativo (57%).
− Cinquenta e um por cento dos brasileiros acreditam que as empresas deveriam criar parcerias com ONGs, Governos ou ambos para solucionar suas crises, enquanto 48% acham que elas deveriam resolver sozinhas.
− Para manter ou reconquistar a confiança, 97% dos brasileiros acreditam que as empresas devem proteger o bem-estar e segurança de seus funcionários, durante uma crise, enquanto 96% acham que comunicar de forma transparente e aberta sobre a crise é essencial e 96% também consideram que o CEO deve comunicar frequente e honestamente sobre os esforços para transpor a crise.
− Acadêmicos e especialistas da indústria/setor (87%) são os porta-vozes mais confiáveis no Brasil, o mesmo percentual apresentado para técnicos das próprias empresas.
− Quando o brasileiro confia em uma empresa, ele compra seus produtos e serviços (59%) e recomenda a companhia para um amigo ou colega (56%). Quando não confia, recusa-se a comprar seus produtos e serviços (43%) e critica a companhia para seus conhecidos (24%).
− Cinquenta e quatro por cento dos brasileiros precisam ter contato com informações sobre uma empresa de três a cinco vezes para acreditar. Noventa e um por cento dos entrevistados dividem informação/opinião sobre uma companhia pelo menos uma vez por semana.
Sobre o Estudo Anual de Confiança da Edelman
O Estudo Anual de Confiança da Edelman (Edelman Annual Trust Barometer) 2011 é a décima primeira edição da pesquisa de credibilidade e confiança realizada pela agência. Produzido pela StrategyOne, o estudo entrevistou via telefone, por 30 minutos, 5.075 líderes de opinião em 23 países: Estados Unidos, Europa (Inglaterra, Alemanha, França, Itália, Espanha, Países Baixos, Suécia, Polônia, Irlanda, Rússia), China, Canadá, Japão, Índia, México, Brasil, Argentina, Coréia do Sul, Austrália, Indonésia, Emirados Árabes Unidos e Singapura.
As entrevistas foram conduzidas entre outubro e novembro de 2010, com exceção da França e Alemanha, feitas no começo de janeiro de 2011.
Os entrevistados têm entre 25 e 64 anos, possuem formação superior, fazem parte dos 25% da população de seus países com maior renda familiar e apresentam interesse significativo em assuntos relacionados à mídia, economia, negócios e política.
Para mais informações sobre o estudo, acesse www.edelman.com
Globalmente, a confiança das nacionalidades entrevistadas na capacidade das instituições de “fazer o que é certo” aumentou, com as ONGs (2010: 57%; 2011: 61%) em primeiro lugar, seguidas por empresas (2010: 54%; 2011: 56%), governo (2010: 47%; 2011: 52%) e mídia (2010: 45%; 2011: 49%).
Para os brasileiros de maior renda familiar residentes na Nação, as fontes de informação mais confiáveis, entre as tradicionais, são jornais e revistas, com 91%, seguidos pela televisão, com 89%. Entre as digitais, estão ferramentas de busca, com 93%, e blogs, com 85%. Já no universo corporativo, comunicados oficiais, como press releases, relatórios e e-mails, estão em primeiro lugar, com 79%.
Entre os entrevistados no Brasil, 63% acreditam que as empresas devem criar valor para os investidores de uma maneira alinhada aos interesses da sociedade, mesmo que isso signifique sacrificar os valores desses investidores. Oitenta e cinco por cento acreditam que as empresas vão se beneficiar em curto ou longo prazo, ou ambos, por operarem de uma forma que beneficie a sociedade.
Mais resultados
− A confiança nas empresas de origem brasileira é maior no México (86%) e na Argentina (84%). No Brasil esse percentual é de 76%.
− Nas verticais de indústria, o Brasil continua apostando no setor de tecnologia (93%), seguido por energia (92%) e telecomunicações (90%).
− Neste ano, o que mais influencia a reputação de uma empresa para os brasileiros é a prática de negócios de forma honesta e transparente (60%), a comunicação frequente e honesta sobre seus negócios (57%) e a atuação como cidadã corporativo (57%).
− Cinquenta e um por cento dos brasileiros acreditam que as empresas deveriam criar parcerias com ONGs, Governos ou ambos para solucionar suas crises, enquanto 48% acham que elas deveriam resolver sozinhas.
− Para manter ou reconquistar a confiança, 97% dos brasileiros acreditam que as empresas devem proteger o bem-estar e segurança de seus funcionários, durante uma crise, enquanto 96% acham que comunicar de forma transparente e aberta sobre a crise é essencial e 96% também consideram que o CEO deve comunicar frequente e honestamente sobre os esforços para transpor a crise.
− Acadêmicos e especialistas da indústria/setor (87%) são os porta-vozes mais confiáveis no Brasil, o mesmo percentual apresentado para técnicos das próprias empresas.
− Quando o brasileiro confia em uma empresa, ele compra seus produtos e serviços (59%) e recomenda a companhia para um amigo ou colega (56%). Quando não confia, recusa-se a comprar seus produtos e serviços (43%) e critica a companhia para seus conhecidos (24%).
− Cinquenta e quatro por cento dos brasileiros precisam ter contato com informações sobre uma empresa de três a cinco vezes para acreditar. Noventa e um por cento dos entrevistados dividem informação/opinião sobre uma companhia pelo menos uma vez por semana.
Sobre o Estudo Anual de Confiança da Edelman
O Estudo Anual de Confiança da Edelman (Edelman Annual Trust Barometer) 2011 é a décima primeira edição da pesquisa de credibilidade e confiança realizada pela agência. Produzido pela StrategyOne, o estudo entrevistou via telefone, por 30 minutos, 5.075 líderes de opinião em 23 países: Estados Unidos, Europa (Inglaterra, Alemanha, França, Itália, Espanha, Países Baixos, Suécia, Polônia, Irlanda, Rússia), China, Canadá, Japão, Índia, México, Brasil, Argentina, Coréia do Sul, Austrália, Indonésia, Emirados Árabes Unidos e Singapura.
As entrevistas foram conduzidas entre outubro e novembro de 2010, com exceção da França e Alemanha, feitas no começo de janeiro de 2011.
Os entrevistados têm entre 25 e 64 anos, possuem formação superior, fazem parte dos 25% da população de seus países com maior renda familiar e apresentam interesse significativo em assuntos relacionados à mídia, economia, negócios e política.
Para mais informações sobre o estudo, acesse www.edelman.com
Edilaine de Abreu / Edelman Brasil

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