Quem visitar o Planeta no Parque, já no próximo final de semana, irá se deparar com uma floresta especial embaixo da marquise do Ibirapuera, além de uma outra Oca bem diferente daquela do Niemeyer, que os paulistanos conhecem tão bem.
Trata-se da obra de Nildo Campolongo, responsável pela cenografia do evento
Esse renomado designer, arquiteto e artista plástico, com exposições em vários países, se especializou no uso de resíduos industriais,
principalmente gráficos, como o papelão, além de materiais reciclados, para compor o seu trabalho.
“Uso papelão reciclado, PET, vergalhões, sobras de madeira e outros refugos
porque vejo beleza nesses materiais. O meu primeiro olhar sobre elas é o do
artista, e depois o do ambientalista”, diz Campolongo.
Obviamente, a preocupação ecológica está implícita em cada peça. “Gosto de
incentivar a importância da reciclagem e da coleta seletiva. O consumo
consciente exige que as pessoas reflitam também sobre o que jogam fora,
sobre o que é lixo. A criatividade pode ser aguçada a partir das sobras”,
afirma o artista.
A Oca, que você vê na foto acima, foi criada em 2001 para a exposição
“Brincadeiras de Papel”, realizada no SESC, a partir de tubetes das imensas
bobinas de papel usadas pelas gráficas. No Planeta no Parque, ela será
recriada para abrigar muitas das oficinas, a partir dos resíduos da gráfica
da Editora Abril. “Atualmente, estou trabalhando na criação de uma Oca para
ambientes externos, montada com tijolos feitos de barro e um tipo de logo
residual da indústria de papel”, revela o artista.
Mas a Oca é apenas uma das atrações deste belo cenário, que contará ainda
com outras peças que prometem encantar os visitantes. “Está sendo muito
gostoso produzir a cenário do Planeta do Parque, por exercitar mais o meu
lado artístico do que o do designer. É um trabalho mais lúdico e de
contemplação, que pretende tocar as pessoas pela emoção”, diz Nildo
Campolongo.
Trata-se da obra de Nildo Campolongo, responsável pela cenografia do evento
Esse renomado designer, arquiteto e artista plástico, com exposições em vários países, se especializou no uso de resíduos industriais,
principalmente gráficos, como o papelão, além de materiais reciclados, para compor o seu trabalho.
“Uso papelão reciclado, PET, vergalhões, sobras de madeira e outros refugos
porque vejo beleza nesses materiais. O meu primeiro olhar sobre elas é o do
artista, e depois o do ambientalista”, diz Campolongo.
Obviamente, a preocupação ecológica está implícita em cada peça. “Gosto de
incentivar a importância da reciclagem e da coleta seletiva. O consumo
consciente exige que as pessoas reflitam também sobre o que jogam fora,
sobre o que é lixo. A criatividade pode ser aguçada a partir das sobras”,
afirma o artista.
A Oca, que você vê na foto acima, foi criada em 2001 para a exposição
“Brincadeiras de Papel”, realizada no SESC, a partir de tubetes das imensas
bobinas de papel usadas pelas gráficas. No Planeta no Parque, ela será
recriada para abrigar muitas das oficinas, a partir dos resíduos da gráfica
da Editora Abril. “Atualmente, estou trabalhando na criação de uma Oca para
ambientes externos, montada com tijolos feitos de barro e um tipo de logo
residual da indústria de papel”, revela o artista.
Mas a Oca é apenas uma das atrações deste belo cenário, que contará ainda
com outras peças que prometem encantar os visitantes. “Está sendo muito
gostoso produzir a cenário do Planeta do Parque, por exercitar mais o meu
lado artístico do que o do designer. É um trabalho mais lúdico e de
contemplação, que pretende tocar as pessoas pela emoção”, diz Nildo
Campolongo.
Por Planeta Sustentavel

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