O Luz para Todos vem, já a algum tempo, chamando a atenção da comunidade internacional. O vice presidente da Nigéria, Mohammed Namadi Sambo, esteve em Brasília no fim do ano, para a posse da Presidente Dilma Rousseff, e aproveitou para conhecer de perto o Programa. "A ideia é implementar iniciativa semelhante em seu país. É uma forma de distribuir energia para aqueles que ainda não tem e que são mais de 10 milhões de famílias que devem ser beneficiadas" , diz o governante.Já representantes do setor elétrico da Colômbia e da Guatemala vieram dar seguimento aos planos de retificação rural estabelecidos nos dois países. Eles fizeram visitas guiadas à Aneel e à Eletrobrás para ver as questões de regulação, transmissão e distribuição, além de conhecer todo o processo de elaboração de projetos de eletrificação rural incluindo a aprovação, a liberação de recursos e sua fiscalização física e financeira.
João Fernandes, coordenador de ações integradas do LPT, explica que proporcionalmente os números na Colômbia são parecidos com o do Brasil. "Mas quando começamos lá com o Programa, eles não tinham regulação nenhuma, nem de distribuição nem de comercialização. Hoje, a regulação já está reconhecida".
Gerson Castañeda, assessor da Comissão de Energia e Gás da Colômbia, diz que a Colômbia já está com 92% de cobertura. "Queremos chegar a 97%".
A equipe da Guatemala também conheceu o sistema híbrido de geração de energia elétrica da Ilha de Lençóis, no Maranhão. "Eles pretendem implantar um sistema semelhante, mas como lá a velocidade do vento não é suficiente, a alternativa será usar o solar e o diesel", conclui Fernandes.
Além da Nigéria, Colômbia e Guatemala, o Luz para Todos já recebeu comitivas da África do Sul, Angola, Argentina, Bolívia, Camarões, China, Costa Rica, Cuba, Índia, Quênia, Zâmbia, Nicarágua, Peru e Burkina Farso.
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