A Prefeitura de Manaus tem como um dos principais objetivos para 2011 a
implantação da modalidade Educação Escolar Indígena em 60% das comunidades
existentes no município. A responsável pela implantação da modalidade será a
Secretaria Municipal de Educação (Semed), por meio da Gerência de Educação
Escolar Indígena (GEEI).
Além disso, a Semed quer regulamentar as categorias Escola Indígena e
Professor Indígena na rede municipal de ensino e atender com merenda escolar
específica os alunos dos espaços educativos indígenas das zonas Urbana e
Rural, além de promover o IV Seminário sobre Educação Escolar Indígena.
Segundo a gerente de Educação Escolar Indígena da Semed, Socorro Lima, 247
alunos foram atendidos em 2010 pelas especificidades divididas em sete
setores, compostos por quatro escolas municipais e três espaços educativos.
“Os alunos aprendem a língua, cultura e o mínimo do currículo nacional que é
cobrado nas diretrizes. A Educação Escolar Indígena não divide por
modalidade, ela pega desde a educação infantil até o mais idoso. As aulas
são realizadas com todos os alunos no mesmo ambiente escolar. Na prática,
ele aprende a pescar, caçar, faz estudos sobre as plantas medicinais, as
ervas específicas, raízes, produção de artesanatos e construção das suas
moradias”, disse.
A Educação Escolar Indígena tem o objetivo de assegurar às comunidades
indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de
aprendizagem, além de garantir o direito dos índios a uma educação
diferenciada dos demais segmentos da população brasileira.
Algumas capacidades políticas, éticas, linguísticas e culturais foram
identificadas para servirem de metas e de guia para atuação do Professor
Indígena na escola e nos demais espaços educacionais da comunidade.
Diferentemente do professor não-índio, o educador índio exerce um papel de
liderança importante em sua comunidade, servindo, frequentemente, como
mediador cultural nas relações interétnicas estabelecidas com a sociedade
nacional.
implantação da modalidade Educação Escolar Indígena em 60% das comunidades
existentes no município. A responsável pela implantação da modalidade será a
Secretaria Municipal de Educação (Semed), por meio da Gerência de Educação
Escolar Indígena (GEEI).
Além disso, a Semed quer regulamentar as categorias Escola Indígena e
Professor Indígena na rede municipal de ensino e atender com merenda escolar
específica os alunos dos espaços educativos indígenas das zonas Urbana e
Rural, além de promover o IV Seminário sobre Educação Escolar Indígena.
Segundo a gerente de Educação Escolar Indígena da Semed, Socorro Lima, 247
alunos foram atendidos em 2010 pelas especificidades divididas em sete
setores, compostos por quatro escolas municipais e três espaços educativos.
“Os alunos aprendem a língua, cultura e o mínimo do currículo nacional que é
cobrado nas diretrizes. A Educação Escolar Indígena não divide por
modalidade, ela pega desde a educação infantil até o mais idoso. As aulas
são realizadas com todos os alunos no mesmo ambiente escolar. Na prática,
ele aprende a pescar, caçar, faz estudos sobre as plantas medicinais, as
ervas específicas, raízes, produção de artesanatos e construção das suas
moradias”, disse.
A Educação Escolar Indígena tem o objetivo de assegurar às comunidades
indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de
aprendizagem, além de garantir o direito dos índios a uma educação
diferenciada dos demais segmentos da população brasileira.
Algumas capacidades políticas, éticas, linguísticas e culturais foram
identificadas para servirem de metas e de guia para atuação do Professor
Indígena na escola e nos demais espaços educacionais da comunidade.
Diferentemente do professor não-índio, o educador índio exerce um papel de
liderança importante em sua comunidade, servindo, frequentemente, como
mediador cultural nas relações interétnicas estabelecidas com a sociedade
nacional.
Por Semed

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