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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Comissão da Aleam solicita multa de até R$ 3 milhões à Amazonas Energia

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Amazonas (CDC/Aleam) encaminhou, na manhã desta quarta-feira (23), solicitação à Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor do Amazonas (Procon-AM) sugerindo uma multa de até R$ 3 milhões à empresa Eletrobrás Amazonas Energia por não ter esclarecido o motivo do apagão que atingiu Manaus, Iranduba e Presidente Figueiredo no dia 11 de novembro.

Na manhã desta terça-feira (22), o presidente da CDC/Aleam, Deputado Estadual Marcos Rotta (PMDB-AM), afirmou ter enviado um ofício à Amazonas Energia no dia 16 de novembro cobrando justificativa sobre o apagão. Ainda segundo o deputado, a empresa não emitiu nenhuma resposta até a manhã desta quarta-feira (23).

O silêncio da companhia fez com que a comissão encaminhasse o pedido de aplicação da penalidade. "Solicitamos, no último dia 16, explicações sobre o apagão de cinco horas em três municípios do Amazonas. O ofício, com base no artigo nove da Constituição, pede essa justificativa não apenas pelo grau de insatisfação da sociedade, mas principalmente pelo desencontro de informações da direção da Amazonas Energia. Desta vez, a empresa não sairá imune”, afirmou Rotta.

Procurada pela reportagem a empresa Amazonas Energia afirmou que vai se pronunciar ainda na tarde desta quarta-feira (23) sobre o assunto.

Amazonas Energia se contradiz sobre o motivo do 'apagão'

Em comunicado oficial no dia 11 de novembro, a Amazonas Energia afirmou que as chuvas e as descargas elétricas, verificadas no dia do apagão, causaram o desligamento do sistema de geração, distribuição e transmissão da Unidade Hidrelétrica de Balbina, unidade que abastece a energia de Manaus.

Apesar do comunicado, diretores da mesma empresa afirmaram, a um veículo de comunicação local, que a causa do apagão teria sido causado por falhas na usina localizada no bairro Mauazinho, Zona Leste de Manaus, e na Subestação do bairro Cachoeirinha, na Zona Sul da capital.

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